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Suspeito de usar IA para criar ‘nudes’ falsos e perseguir adolescente é alvo de operação em MT

Investigado usava programas de inteligência artificial para fazer as montagens da vítima e monitorava os lugares que a adolescente frequentava.

A Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão, nesta quarta-feira (19), contra um suspeito de criar e compartilhar nudes falsos de uma adolescente de 15 anos, em Confresa, a 1.160 km de Cuiabá. A técnica chamada de DeepFake permite que o usuário altere um vídeo ou foto com inteligência artificial (IA).

As investigações começaram após a denúncia da mãe da vítima, que relatou à polícia que o suspeito estava enviando para ela imagens de cunho sexual, insinuando que se tratava da filha adolescente.

Segundo a polícia, foi comprovado que o investigado utilizava programas de inteligência artificial para fazer as montagens, com o intuito de expor a vítima. Além disso, o homem monitorava os lugares que a adolescente frequentava.

Durante o cumprimento do mandado, os policiais apreenderam celulares, dispositivos de armazenamento de dados e documentos que poderão ajudar nas investigações.

Também foi decretado a quebra do sigilo do investigado, possibilitando que seja feita uma análise detalhada do histórico digital dele, incluindo mensagens trocadas e arquivos armazenados.

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O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Ex-PM e advogado é acusado de aliciar e abusar de detentas

Uma série de denúncias chocantes coloca o advogado Cláudio Martins Lourenço no centro de uma investigação sobre abusos sexuais dentro da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a “Colmeia”. Ex-policial militar, Lourenço é acusado de utilizar as prerrogativas da profissão para coagir e explorar mulheres em situação de vulnerabilidade carcerária.

O “Modus Operandi”: gratuidade e ameaças

Segundo os relatos colhidos, o advogado selecionava detentas com condenações longas, oferecendo assistência jurídica gratuita ou doações financeiras para as famílias das internas. O objetivo seria criar uma relação de dependência e “dívida de gratidão”.

No entanto, o suporte jurídico rapidamente se transformava em abuso. Uma das vítimas relatou que, durante um atendimento no parlatório, o advogado exigiu que ela exibisse o corpo. Diante da negativa, ele teria se masturbado na frente da cliente, proferindo ameaças diretas: “Se você pilantrar comigo, você vai ver! Você me deve para o resto da vida!”.

Histórico de crimes sexuais e expulsão da PM

A ficha criminal de Cláudio Martins Lourenço revela um histórico extenso de violência. Expulso da Polícia Militar há 17 anos justamente por crimes sexuais, o agora advogado acumula:

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14 inquéritos policiais e nove Termos Circunstanciados;
Duas condenações judiciais, incluindo uma por estupro;
Denúncias de sadismo: Em um dos casos registrados, ele é acusado de amarrar e humilhar uma garota de programa.

Estratégia de defesa

Recentemente, o advogado ganhou holofotes ao denunciar ter sido agredido por agentes dentro de uma delegacia do Distrito Federal. A defesa de Lourenço alega que as novas acusações de abuso e a exposição de seu passado criminal são tentativas de “assassinato de reputação” e uma retaliação por ele ter denunciado a suposta violência policial.

O caso segue sob investigação, e as autoridades apuram se há outras vítimas dentro do sistema prisional que foram silenciadas pelo medo de retaliação contra seus familiares.

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