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Prefeito Maninho explica por que foi criado o gabinete do ódio em Colíder

O prefeito de Colíder, Hemerson Máximo, o Maninho, veio a público esclarecer, o que ele denominou de “gabinete do ódio”. Maninho mencionou que pessoas sem caráter, desinformadas e sem escrúpulos, estão desesperadas para tentar denegrir a imagem dele. Patrocinadas por adversários políticos que querem a todo custo assumir a administração pública de Colíder, porém, com intenções obscuras e prejudiciais à população.

Em sua fala menciona, que foi criando um gabinete do ódio na cidade de Colíder, formado por pessoas mal intencionadas e ligadas a políticos interessados em enganar o povo, que apenas estão disseminando fake news na cidade.

“Já tomei as devidas providências na justiça, contra esse cidadão que é pago para ficar o dia inteiro com conversas falsas em grupos de whatsapp, com fofocas, fuxico e mentiras”, disse o prefeito.

Falando de uma pessoa que atende pelo nome de Eliel, que segundo o prefeito é um descontente inflamado e uma “melancia” (vermelho por dentro e verdinha por fora), sugerindo que há um viés ideológico forte por trás das frenéticas postagens feitas por esta pessoa em diversos grupos da cidade.

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Segundo o prefeito, o projeto que gerou polêmica na cidade é sobre uma ação de combate à estelionatários, organizações criminosas e crimes de trânsito, furtos de veículos, além de prevenir todo tipo de delito na cidade.

“Inclusive no Detran tem um parente da vereadora Flavinha”(…) “Essas melancias, vermelho pro dentro e verde por fora, que andam com comunistas lá em Brasília, chegam na cidade e ficam só mentindo, propagando o ódio e a desinformação. Eu defendo a família, eu tenho família, eu não destruo família como esse pessoal faz”, desaba Maninho.

Para os envolvidos com a criação e execução, o projeto aprovado na Câmara Municipal de Colíder, fortalece as forças de segurança do município e atende o anseio das pessoas de bem, que querem ruas seguras e organizadas.

Participaram da elaboração do projeto o delegado de polícia civil, Dr. Breno, Major Benhur da polícia militar, diretoria da Cadeia Pública, comando do Bombeiros, guarda municipal e Detran.

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“Beatificação do padre Nazareno torna região Oeste de MT referência religiosa no país”, afirma governador

O governador Otaviano Pivetta afirmou que a beatificação do padre Nazareno Lanciotti projeta Jauru e a região Oeste de Mato Grosso para o país, transformando o município em uma referência para o turismo religioso.

Otaviano participou, neste sábado (13.6), da cerimônia de beatificação realizada em Jauru. O evento reuniu milhares de fiéis, peregrinos e caravanas de diversas regiões do Brasil e da Itália.

“Mato Grosso ganha com esse reconhecimento. A região ganha e Jauru passa a ter uma referência importante para o país. É uma alegria ver esse acontecimento histórico acontecer em Mato Grosso”, afirmou.

Segundo o governador, além do significado para a comunidade católica, a beatificação também contribui para ampliar a visibilidade da região Oeste.

“A região tem vocação para isso. É uma região muito bonita, cheia de belezas naturais, próxima ao Pantanal. Tem vocação para o turismo e, por que não, para o turismo religioso. Isso vai depender muito dos interesses locais e da dedicação da própria região, mas o Estado tem interesse em apoiar as iniciativas dos municípios e de todas as igrejas, de modo geral”, destacou.

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Para Otaviano Pivetta, a beatificação reconhece a trajetória de um religioso que dedicou a vida ao atendimento da população e deixou um legado que permanece vivo na região.

“É o reconhecimento de um mártir da Igreja Católica, de alguém que doou a própria vida para fazer o bem. Para nós, cristãos, é um momento muito importante. A Igreja tem critérios rigorosos para conceder esse reconhecimento e, para mim, é uma alegria e uma feliz coincidência que esse acontecimento histórico esteja acontecendo durante o meu mandato”, ressaltou o governador.

Durante mais de três décadas de atuação em Jauru, padre Nazareno se dedicou ao trabalho pastoral e a ações voltadas ao atendimento da população, tornando-se uma das principais referências religiosas da região.

Padre Nazareno Lanciotti
Nascido na Itália, padre Nazareno Lanciotti chegou ao Brasil na década de 1970 e se estabeleceu em Jauru, onde atuou por mais de 30 anos. Ao longo desse período, desenvolveu ações religiosas, sociais e comunitárias voltadas ao atendimento da população.

Em 2001, foi vítima de um atentado e morreu dias depois. O Vaticano reconheceu oficialmente seu martírio, abrindo caminho para a beatificação realizada neste sábado, em Jauru. A decisão o torna beato da Igreja Católica, etapa que antecede a canonização.

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