Cidades
Mato Grosso vai receber fábrica de trigo da Moinho Anaconda
“São cidades localizadas estrategicamente nas rotas comerciais que nós temos. Tanto essas cidades quanto Cuiabá são importantes pontos logísticos para atendimento comercial não só do Mato Grosso, mas do Centro-Oeste como maneira geral”, disse o diretor da unidade da Moinho Anaconda em Curitiba (PR), Max Piermartiri.
A unidade que será instalada em Mato Grosso, por ora, seria uma indústria para o envase, ou seja, ensacar a farinha de trigo vinda da fábrica de Curitiba. Entretanto, no período de até dez anos seria instalado o moinho no Estado para o processamento e ensacamento do produto.
Considerada uma cultura de inverno, não há dados oficiais de plantio de trigo em Mato Grosso, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), contudo, a vinda da Moinho Anaconda pretende estimular a produção de trigo no Centro-Oeste.
“O trigo viria importado do Sul do país, a nossa farinha é produzida na unidade de Curitiba, mas a gente enxerga a expansão da produção no Centro-Oeste, no cerrado de maneira geral, especialmente em Mato Grosso como produtor de trigo não só para o consumo interno, mas também para exportação para outros estados e eventualmente para outros países”, destacou Max.
Em reunião na Sedec, os executivos da empresa discutiram os planos de investimentos e falaram sobre os incentivos fiscais do Estado, que são sem burocracia e por adesão. O secretário adjunto de Agronegócios e Investimentos, Anderson Lombardi, visitou a fábrica da empresa na semana passada e celebrou a vinda de uma importante indústria para o Estado, além de incentivar a produção de trigo em Mato Grosso.
“O governador Mauro Mendes deu essa missão para a Sedec de atrair investimentos, criando um cenário favorável para que os investidores tenham segurança em fazer aportes financeiros no nosso Estado. A Moinho Anaconda resolveu apostar no nosso Estado, pois sabem que a gestão é séria e o setor produtivo vai ficar motivado em produzir o grão”, destacou Anderson Lombardi.
Atualmente Mato Grosso é atendido pela planta industrial da empresa em Curitiba, que atende o Centro-Oeste, Rondônia, Acre e Tocantins. De início, há estimativa da fábrica gerar 30 empregos diretos em MT e após a expansão com moinho cerca de 230 empregos diretos. Isso sem contar os empregos indiretos com terceirizados e prestadores de serviço.
A Moinho Anaconda tem capacidade de processar 400 mil toneladas/ano na planta paranaense. Além disso, é uma empresa familiar com capital 100% nacional e com 490 funcionários nas duas unidades.
Fonte: Governo MT – MT
Cidades
Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.
O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.
De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.
“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.
Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.
Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:
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