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Jovem de MT que desapareceu durante viagem é encontrada

Rafaella Mattos disse que carro quebrou e precisou vender celular

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Foto: Reprodução

A jovem Rafaella Mattos do Nascimento Lopes, 23 anos, e seu amigo foram encontrados na manhã desta quarta-feira (3) na cidade de Ariquemes (RO).

Segundo informações do Núcleo de Pessoas Desaparecidas (DHPP), foi constatado no sistema de monitoramento da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que o veículo da jovem estava entre as cidades de Ariquemes e Ji Paraná, no estado de Rondônia.

Com o apoio da Polícia Civil de Rondônia e de várias pessoas que se solidarizaram com o desaparecimento de Rafaella, a jovem foi localizada hospedada em um albergue na cidade de Ariquemes.

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O carro dela estava em uma oficina, tendo em vista que não tinha condições de rodar. Rafaella alegou que teve que vender vários itens pessoais para se sustentar no caminho, inclusive seu celular. Por conta disso, ela estava impossibilitada de se comunicar com seus familiares.

O caso

Familiares de Rafaella estavam em buscam pela comerciante que estava desaparecida desde o dia 22 de fevereiro, quando retornava de uma viagem a Manaus (AM) e o veículo que dirigia quebrou no meio da estrada.

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A irmã de Rafaella, Raquel Mattos Nascimento Lopes, disse que ela viajou para Manaus com um amigo em dezembro, para passar o final do ano.

No dia 21 de fevereiro, ela disse a família que estava retornando, mas quando chegou em Humaitá (AM), cidade a 1.174 km de Cuiabá, o Gol branco que ela dirigia quebrou. Depois disso, ela não deu mais notícias.

 

 

 

Fonte: Folha Max

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Recuperada da Covid-19, tenente-coronel da PM de MT é homenageada pelo filho que a tem como fonte de inspiração

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O estudante Pedro Henrique Beserra de Oliveira, 13 anos, é só orgulho quando fala da mãe, a tenente-coronel da Polícia Militar  Hadassa Suzannah Beserra de Souza. Ele diz que prefere não falar da profissão da mãe com os amigos, especialmente com os quais se relaciona apenas em ambientes extrafamiliar.

Essa opção, explica Pedro Henrique, é mais por segurança mesmo. Entretanto, conta que já percebeu que passa a ser mais respeitado quando os colegas descobrem quem é sua mãe. Quando a veem de farda, então, ficam surpresos e até receosos. Mas, ao contrário do que os colegas imaginam antes de conhecê-la, Pedro Henrique garante que sua mãe é muito legal e, como ele a define, bem tranquila. “Não é nada brava, é mais tranquila que muitas mães de amigos meus que não são policiais”, atesta.

Tímido, Pedro Henrique é de pouca conversa. Mesmo acanhado durante a entrevista, admitiu que não descarta seguir a carreira da mãe. “Não sei ao certo ainda qual profissão escolher, mas pode ser policial militar, sim”, observa.

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Além de orgulhoso, o adolescente está muito feliz com a recuperação da saúde da mãe. É que a tenente-coronel Hadassa foi diagnosticada com a Covid-19, teve 50% dos pulmões comprometidos pela infecção e passou mais de 10 dias internada em Unidade de Terapia Intensiva(UTI), em Cuiabá.

Aos 37 anos, atleta e com uma saúde que poderia se dizer perfeita, há alguns meses ela se viu à beira da morte. Já está recuperada e voltou ao trabalho, porém ainda trata sequelas cardíacas decorrentes da Covid.

Hadassa conta que enquanto estava internada pensava especialmente no filho. E, diz, ao mesmo tempo em que temia a morte, deixar Pedro Henrique sem mãe, fazia suas orações e agradecia a Deus pelo amor e a saúde do filho e dos pais, Carlos Alberto de Souza Silva, 69, e Giselda Beserra de Souza, 61.

Um mês antes de Hadassa ser internada, os pais dela tiveram Covid. Eles se recuperaram sem a necessidade de internação hospital. A principal preocupação dela era a mãe, que está em tratamento de um câncer, mas dona Giselda surpreendeu a todos apresentando sintomas leves da Covid-19.

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“Essa pandemia está causando muita dor e sofrimento às famílias. No caso das mães, penso que nenhuma deveria passar pela dor de perder um filho, não é a ordem natural da vida”, avalia Hadassa.

Sobre o filho, a mãe orgulha diz que o apoiará na profissão que ele escolher. Mas, antes que ele escolha, juntos estão conhecendo e discutindo outras carreiras.

Hadassa se recorda que quando decidiu que faria o concurso para oficial da Polícia Militar isso, sim, foi surpresa em sua casa. Carlos Alberto e dona Giselda não esconderam o temor e as preocupações, mas ao final também a apoiaram a filha. “Hoje sei que eles se sentem orgulhosos”, completa.

Fonte: GOV MT

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