Cidades
Governo repassa total de R$ 1,9 milhão a 13 municípios com melhores indicadores de vacinação
O Governo de Mato Grosso premiou, nesta quinta-feira (24.03), 13 municípios que obtiveram os melhores indicadores de vacinação na segunda etapa do programa Imuniza Mais MT. No total, foi repassado o recurso de R$ 1.920.000 às gestões municipais, que também foram condecoradas com os títulos do selo bronze, prata, ouro ou diamante.
A segunda fase do programa avaliou a performance de 18 imunizantes, sendo que o objetivo da premiação é reconhecer as boas práticas em imunização e ampliar a cobertura vacinal em Mato Grosso. O programa também possibilita a modernização da infraestrutura da rede.
“O programa Imuniza Mais MT foi idealizado pela Secretaria de Estado de Saúde e tem o objetivo de estimular as prefeituras e secretarias a melhorarem a performance em prol da vacinação. Eu tenho certeza que o grande prêmio são as centenas e milhares de pessoas que receberam, a partir desse empenho extraordinário, mais vacinas”, disse o governador Mauro Mendes.
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Para a avaliação do desempenho e premiação, os municípios foram divididos em três grupos: com até 10 mil habitantes, de 10.001 a 30 mil habitantes e a partir de 30.001 habitantes. Todas as categorias podem ter até 3 vencedores por selo, desde que seja atingida a meta.
Na categoria bronze, foram premiados os municípios de Santa Rita do Trivelato, Nova Brasilândia, Porto dos Gaúchos, Nova Ubiratã, Paranatinga, Jaciara e Lucas do Rio Verde. Na modalidade prata, Planalto da Serra e Paranaíta. Na categoria ouro, Ipiranga do Norte, Campo Verde e Nova Mutum. Já na categoria diamante, o município de Itanhangá foi o único classificado.
“O Imuniza Mais MT inaugura a meritocracia na área da Saúde em Mato Grosso. Precisamos reconhecer essas boas práticas, pois grandes esforços têm sido feitos a partir de 2021 para ampliar a cobertura vacinal; todas as equipes de vacinação do estado aplicaram mais de 8,6 milhões de doses. O prêmio hoje é para consagrar as boas práticas de serviço prestado nessa área de cobertura vacinal. Quem ganha com isso é a população, que estará mais protegida e com uma saúde municipal estruturada”, disse o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Outros 13 municípios também foram classificados e receberam o selo do Imuniza Mais MT, contudo, de acordo com os critérios de desempate, somente os 13 primeiros colocados foram contemplados com valores em dinheiro.
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Gestões municipais
Para a avaliação do desempenho e premiação, os municípios foram divididos em três grupos: com até 10 mil habitantes, de 10.001 a 30 mil habitantes e a partir de 30.001 habitantes. Todas as categorias podem ter até 3 vencedores por selo, desde que seja atingida a meta.
Na categoria bronze, foram premiados os municípios de Santa Rita do Trivelato, Nova Brasilândia, Porto dos Gaúchos, Nova Ubiratã, Paranatinga, Jaciara e Lucas do Rio Verde. Na modalidade prata, Planalto da Serra e Paranaíta. Na categoria ouro, Ipiranga do Norte, Campo Verde e Nova Mutum. Já na categoria diamante, o município de Itanhangá foi o único classificado.
“O Imuniza Mais MT inaugura a meritocracia na área da Saúde em Mato Grosso. Precisamos reconhecer essas boas práticas, pois grandes esforços têm sido feitos a partir de 2021 para ampliar a cobertura vacinal; todas as equipes de vacinação do estado aplicaram mais de 8,6 milhões de doses. O prêmio hoje é para consagrar as boas práticas de serviço prestado nessa área de cobertura vacinal. Quem ganha com isso é a população, que estará mais protegida e com uma saúde municipal estruturada”, disse o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Outros 13 municípios também foram classificados e receberam o selo do Imuniza Mais MT, contudo, de acordo com os critérios de desempate, somente os 13 primeiros colocados foram contemplados com valores em dinheiro.
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Entenda os selos do Imuniza Mais MT
Bronze: o município que atingir cobertura de 95% na campanha de vacinação contra influenza e percentual de aplicação das duas doses da vacina contra Covid-19 recebe o Selo Bronze.
Prata: o município que atingir cobertura de 95% e homogeneidade na campanha de vacinação contra influenza e nas 4 vacinas que compõem a pactuação interfederativa (poliomielite, tríplice viral, pneumocócica e pentavalente) recebe o Selo Prata.
Ouro: o município que atingir cobertura de 95% e homogeneidade em campanha de vacinação contra influenza e nas 10 vacinas que compõem o calendário básico de vacinação em crianças menores de 2 anos recebe o Selo Ouro.
Diamante: o município que atingir cobertura de 95% e homogeneidade em campanha de vacinação contra influenza e nas 10 vacinas que compõem o calendário básico de vacinação em crianças menores de 2 anos, cobertura vacinal de dTpa (Triplice bacteriana acelular adulto) em gestantes e aumento de 20% na meta do ano anterior na vacina contra Hepatite recebe o Selo Diamante.
O prêmio em dinheiro é definido conforme o selo e o número de habitantes do município. Para ter acesso ao detalhamento dos valores, acesse a Resolução Nº 125 da Comissão Intergestores Bipartite (CIB-MT).
Cidades
Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.
Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.
De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.
A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.
Penalidades
Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.
O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Incentivo a atividades educativas
Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.
Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.
Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.
Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.
O que é “aura farming”?
O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.
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