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Empaer orienta comunidade indígena de Paranatinga sobre o plantio de banana da terra


A preparação de mudas de banana da terra farta velhaco é mais uma atividade do projeto Aldeia Sustentável Pakuera, desenvolvida pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), na cidade de Paranatinga (a 373 km de Cuiabá). A iniciativa visa fomentar a autonomia alimentar e gerar renda aos indígenas da etnia Bakairi, da aldeia Pakuera.

Doadas pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), as 1.500 mudas foram montadas na semana passada individualmente com adubo e irá aguardar 30 dias para criar resistência e iniciar o plantio em uma área de dois hectares. A previsão de colheita é de um ano e seis meses e irá beneficiar 10 aldeias.

O técnico da Empaer José Carlos Pinheiro da Silva destaca que o projeto desenvolvido pela Empaer é através da Cooperativa Agropecuária Indígena Pakuera (Cooperpark) auxiliando na logística dos trabalhos desde o manejo do solo, preparação das mudas, plantio e colheita.

Segundo José Carlos, o objetivo é fortalecer a agricultura indígena para ampliar a oferta de alimentos, garantir segurança alimentar e possibilitar novas opções de geração de renda nas aldeias, por meio de alternativas que associem produção e conservação ambiental.

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“Além disso, buscamos contribuir com o fortalecimento da cultura dos Bakairi atualmente em processo de retomada de antigas tradições. Todas as atividades são planejadas em conjunto com a Cooperpark”.

O cacique Genivaldo Gerônimo Poiure, ressalta que as ações em andamento buscam aumentar a produtividade da cultura e expandir a área plantada a médio prazo. “Precisamos encontrar meios de subsistência, associar mais uma cultura para agregar na alimentação e que também possa gerar renda”.

Foto: Empaer

Fonte: GOV MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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