Animais
Pedreiro é preso suspeito de enforcar cachorro em árvore de MT
Animal foi visto pela última vez em uma região próxima seguindo duas pessoas, por volta das 21h20 do dia anterior ao crime.
Um homem, de 63 anos, foi preso nesta quinta-feira (16) suspeito de enforcar um cachorro em uma árvore em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. O animal foi encontrado já sem vida e parcialmente pendurado por uma corda.
O suspeito atua como pedreiro na região. Ele foi levado até a delegacia e responde por maus-tratos com resultado morte.
A PM foi acionada após os moradores encontrarem o corpo do animal.
De acordo com informações da Polícia Militar, a prisão foi efetuada por uma equipe da Força Tática após o vídeo do crime circular nas redes sociais. O suspeito foi localizado enquanto trabalhava e, ao ser abordado, afirmou que o episódio teria ocorrido após ser atacado pelo animal.
Durante entrevista, o homem alegou ter agido em legítima defesa e negou ter tido a intenção de matar o cachorro.
“O cachorro era enorme, aí eu tentei defender o meu cachorro. Eu segurei ele e, com medo de ser mordido — porque é um tibu, né —, ele não largava e eu não conseguia dominar o cachorro”, relatou. Questionado sobre o motivo de ter deixado o animal preso, ele respondeu: “Ele atacou eu e o meu cachorro. Fiquei com medo dele me pegar e morder. Eu não fiz pra ele morrer, na verdade não foi a intenção dele morrer.”
O homem afirmou ainda que estava sozinho no momento do ocorrido e que não conseguiu pedir ajuda. “Não tinha ninguém. Já era 10 horas, passavam uns carros lá, mas ninguém parava. Eu não conseguia sair, e quando eu ia sair, o cachorro voltava”, disse.
O caso está sendo apurado pela Polícia Civil de Sorriso.
Animais
Justiça proíbe abate de jumentos na Bahia

Entre 2018 e setembro de 2025, o Ministério da Agricultura registrou o envio de mais de uma tonelada do material para o país, movimentando cerca de US$ 5,5 milhões (aproximadamente R$ 27,5 milhões).
A Justiça Federal determinou a proibição do abate de jumentos na Bahia. A decisão, assinada pela juíza Arali Maciel Duarte na segunda-feira (13), também prevê a transferência dos animais para santuários de proteção.
Segundo a magistrada, a medida foi tomada devido a indícios de maus-tratos na criação, falhas sanitárias nos abatedouros e o risco de extinção da espécie no estado.
As discussões sobre o tema acontecem desde a década de 2010, quando entidades de proteção animal passaram a questionar as condições da atividade na Bahia. A prática chegou a ser regulamentada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) em 2016 e 2020, mas a Justiça entendeu que havia descumprimento das regras atuais.
Dados do Ministério da Agricultura apontam que mais de 173 mil jumentos foram abatidos na Bahia entre 2021 e abril deste ano. O município de Amargosa, no Recôncavo Baiano, é apontado como principal polo exportador.
A maior parte da produção tem como destino a China, que utiliza o couro do animal na extração de colágeno para a fabricação do produto conhecido como ejiao, usado na medicina tradicional chinesa e associado a promessas de rejuvenescimento e vigor sexual.
Entre 2018 e setembro de 2025, o Ministério da Agricultura registrou o envio de mais de uma tonelada do material para o país, movimentando cerca de US$ 5,5 milhões (aproximadamente R$ 27,5 milhões).
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