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Top 20 cidades do agronegócio no Brasil: Descubra quem lidera a produção nacional

O agronegócio é uma peça crucial para a economia brasileira, influenciando tanto o desenvolvimento local quanto nacional. Vários municípios têm emergido como alicerces desse setor, impulsionando o Brasil como um dos líderes mundiais em agricultura e pecuária. Entre esses municípios, destacam-se cidades nos estados de Mato Grosso, Goiás e Bahia, que têm mostrado um crescimento impressionante em suas atividades agropecuárias.

Mato Grosso traduz essa realidade com maestria ao abrigar várias cidades que figuram entre as mais prósperas no agronegócio. A pujança econômica do estado, baseada em grandes produções de soja, milho e algodão, exemplifica o potencial agrícola brasileiro. Assim, Mato Grosso não só lidera em termos de faturamento como também serve como modelo de eficiência e inovação.

Quais municípios se destacam no agronegócio de Mato Grosso?

No cenário do agronegócio de Mato Grosso, Sorriso se sobressai como a “capital nacional do agronegócio”, com um faturamento expressivo de R$ 8,31 bilhões. Além de Sorriso, outras cidades como Sapezal e Campo Novo dos Parecis também têm desempenhos impressionantes, combinando tecnologia agrícola avançada com grandes rendimentos.

Nova Ubiratã e Nova Mutum são exemplos notáveis de crescimento e inovação, superando R$ 5 bilhões em faturamento ao produzir principalmente soja e milho. Essas cidades, com investimentos contínuos em tecnologia e infraestrutura, contribuem para a consolidação de Mato Grosso como líder no setor agrícola.

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Qual é a influência de Goiás e Bahia no agronegócio brasileiro?

Goiás e Bahia também têm papéis significativos na estrutura do agronegócio brasileiro. Em Goiás, cidades como Rio Verde, Jataí e Cristalina são referências em integração de lavoura e pecuária. Cristalina, por exemplo, é renomada por sua agricultura irrigada e uso de tecnologia de ponta.

Na Bahia, municípios como São Desidério e Formosa do Rio Preto destacam-se por suas robustas produções de soja e algodão. Esses locais têm contribuído enormemente para o fortalecimento da agricultura brasileira, ampliando sua presença nos mercados nacional e internacional.

Outras regiões e seu impacto no agronegócio

Além de Mato Grosso, Goiás e Bahia, outros estados como Mato Grosso do Sul também abrigam cidades participantes do boom do agronegócio. Maracaju e Querência estão entre os municípios que têm apresentado um desempenho favorável, impulsionados por inovação tecnológica e práticas agrícolas modernas.

Municípios como Primavera do Leste e Paranatinga também exemplificam inovações no setor, contribuindo significativamente para o valor total da produção agrícola nacional, que alcançou R$ 814,5 bilhões em 2023. Desta forma, o agronegócio continua a desempenhar um papel vital na economia brasileira, alavancando o desenvolvimento socioeconômico e tecnológico do país.

Os 20 municípios mais ricos do agronegócio no Brasil

  1. Sorriso (MT) – R$ 8,313 bilhões
  2. São Desidério (BA) – R$ 7,789 bilhões
  3. Sapezal (MT) – R$ 7,544 bilhões
  4. Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões
  5. Rio Verde (GO) – R$ 6,923 bilhões
  6. Diamantino (MT) – R$ 5,905 bilhões
  7. Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 5,789 bilhões
  8. Nova Ubiratã (MT) – R$ 5,463 bilhões
  9. Nova Mutum (MT) – R$ 5,380 bilhões
  10. Jataí (GO) – R$ 4,839 bilhões
  11. Cristalina (GO) – R$ 4,830 bilhões
  12. Maracaju (MS) – R$ 4,335 bilhões
  13. Querência (MT) – R$ 4,203 bilhões
  14. Primavera do Leste (MT) – R$ 4,078 bilhões
  15. Paranatinga (MT) – R$ 3,963 bilhões
  16. Campo Verde (MT) – R$ 3,810 bilhões
  17. Campos de Júlio (MT) – R$ 3,782 bilhões
  18. Brasnorte (MT) – R$ 3,680 bilhões
  19. São Félix do Araguaia (MT) – R$ 3,627 bilhões
  20. Lucas do Rio Verde (MT) – R$ 3,615 bilhões
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Os dados mencionados refletem a diversidade e a força do agronegócio brasileiro, onde cada município tem sua contribuição única para a economia do país. Com isso, o Brasil continua a ser um dos líderes em produção agrícola mundial, com inovações e desenvolvimentos que afetam positivamente tanto os mercados locais quanto globais.

 

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Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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