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SLC Agrícola tem 36 seleções abertas em 2022; veja como concorrer

A SLC Agrícola, fundada em 1977 pelo Grupo SLC, tem seleções de emprego abertas e pode ser uma ótima opção para quem procura uma oportunidade na área do agronegócio. A companhia é uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, focada na produção de algodão, soja e milho. Conforme a própria empresa, foi uma das primeiras do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se uma referência no segmento.

Com matriz em Porto Alegre (RS), a empresa possui 16 Unidades de Produção estrategicamente localizadas em seis estados brasileiros, que totalizaram 449.162 hectares no ano-safra 2019/20 – sendo 125.470 hectares de algodão, 235.438 hectares de soja, 83.043 hectares de milho e 5.211 hectares de outras culturas.

A empresa tem o objetivo de impactar positivamente gerações futuras, sendo líder mundial em eficiência no negócio agrícola e respeito ao planeta. A SLC afirma proporcionar um ambiente de trabalho construtivo e prazeroso, valorizando seus colaboradores e contribuindo com a sociedade. No mês de março de 2022, a companhia conta com 36 seleções para vagas efetivas, além de programa de estágio, aprendiz, trainee e a possibilidade de cadastro no banco de talentos.

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Vagas abertas na SLC Agrícola em 2022
Veja as oportunidades disponíveis:

Efetivas
Analista Contábil Jr. – Porto Alegre/RS
Analista Contábil Pl. – Porto Alegre/RS
Analista de PCAD | Fazenda Pioneira – Querência/MS
Analista de Planejamento e Custos Pl | SAP CO – Porto Alegre/RS
Analista de Recursos Humanos | Fazenda Palmeira – Tasso Fragoso/MA
Analista de Recursos Humanos | Fazenda Pioneira – Querência/MS
Assistente/Analista de PCAD | Fazenda Paysandu – São Desidério/BA
Assistente de Novos Negócios – Porto Alegre/RS
Assistente Financeiro PCD – Porto Alegre/RS
Coordenador(a) Agroindustrial (Algodoeira) | Fazenda Paladino – São Desidério/BA
Coordenador(a) Agroindustrial de Armazém/UBG | Fazenda Palmares – Barreiras/BA
Coordenador(a) de Fitossanidade – Porto Alegre/RS
Coordenador(a) de Lavoura | Fazenda Panorama – Correntina/BA
Coordenador(a) de SSO | Fazenda Panorama – Correntina/BA
Coordenador de Pecuária | Fazenda Paiaguás – Diamantino/MT
Eletricista | Fazenda Pejuçara – Diamantino/MT
Eletricista | Fazenda Planorte – Sapezal/MT
Mecânico PL | Fazenda Próspera – Tabapoara/MT
Monitor(a) de Qualidade | Fazenda Panorama – Correntina/BA
Técnico de Informática | Fazenda Palmares – Barreiras/BA
Técnico de Informática Sênior | Fazenda Próspera – Tabapoara/MT
Técnico de Operações Agrícolas | Fazenda Pamplona – Cristalina/GO
Técnico de Operações Agrícolas | Fazenda Planorte – Sapezal/MT

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Agro Notícias

União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

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A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Abiec
Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

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Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

Qualidade
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

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