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“O Agro em Destaque” é tema de evento realizado pelo Senar Roraima


O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Roraima – realizará, no próximo dia 29 de março, o evento “O Agro em Destaque”, no qual promoverá, gratuitamente, a palestra “Agro: o que muitos vivem e poucos conhecem”, com a digital influencer Camila Telles. O evento acontecerá no teatro Municipal de Boa Vista, com início às 18h.

O evento contará com expositores dos materiais produzidos nos treinamentos de Promoção Social oferecidos pelo SENAR Roraima, sendo eles Panela de Barro, Plantas Medicinais e Produção de Doces e Compotas. Será apresentado também através de painéis interativos as práticas dos treinamentos de Formação Profissional Rural como Inseminação artificial e tratorista agrícola. O evento também contará com a apresentação do modelo inovador de Assistência Técnica que o Senar oferece para produtores rurais de todo Estado de Roraima.

O Agro em Destaque: de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a agropecuária se desenvolveu significativamente nos últimos 40 anos e deve se tornar a maior fonte de alimentos do País. O Brasil segue abrindo portas para baratear a alimentação da população e transformar a própria economia.

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Nessa perspectiva, o evento tem como principal objetivo a conscientização da população sobre a valorização do agronegócio no Brasil e no estado de Roraima, destacando a relevância do Agro para o mundo.

Camila Telles é formada em Relações Públicas, com vasta experiência em atividade no campo e excelência em comunicação, tornou-se Defensora do Agronegócio Brasileiro, sendo eleita pela revista Forbes como uma das 100 Mulheres Poderosas do Agro.

Ativa nas redes sociais no combate às inverdades acerca do agronegócio, seus vídeos somam mais de um milhão de visualizações nas mídias sociais, atingindo também o público que não tem experiência com o setor.

Com especialização em Marketing Estratégico, Camila ainda é CEO da FarmCom, Agência de Comunicação Direcionada para o Agro, além de  palestrante, mediadora e mestre de cerimônias.

Serviço:

O que: “O Agro em Destaque”

Quando: 29 de março, das 18h às 21h

Onde: Teatro Municipal de Boa Vista – Av. Glaycon de Paiva – São Vicente

Assessoria de Comunicação Senar Roraima

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Telefone: (95) 98402-9112

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instagram.com/ @FAERR_SENAR

Fonte: CNA Brasil

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União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

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A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Abiec
Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

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Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

Qualidade
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

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