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Agro Notícias

Ministério da Agricultura apresenta nova lista com 12 marcas de azeite inadequadas para consumo.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou, nesta segunda-feira (21), um alerta aos consumidores sobre 12 marcas de azeite de oliva que foram desclassificadas devido a fraudes.

As marcas citadas são: Grego Santorini, La Ventosa, Alonso, Quintas D’Oliveira, Olivas Del Tango, Vila Real, Quinta de Aveiro, Vincenzo, Don Alejandro, Almazara, Escarpas das Oliveiras e Garcia Torres.

As fiscalizações e coletas de amostras são realizadas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, com análises feitas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA). Os produtos foram desclassificados por não atenderem aos padrões de identidade e qualidade estabelecidos pela Instrução Normativa nº 01/2012, sendo considerados impróprios para o consumo.

As análises revelaram a presença de óleos vegetais não identificados na composição dos azeites, comprometendo sua qualidade e segurança. Esses produtos representam riscos à saúde dos consumidores, uma vez que não há clareza sobre a origem desses óleos.

Além disso, algumas das empresas responsáveis por essas marcas têm CNPJs suspensos ou encerrados pela Receita Federal, o que aumenta as suspeitas de fraude. A venda desses produtos é considerada uma infração grave, e os estabelecimentos que continuarem a comercializá-los poderão ser responsabilizados.

  •  Veja abaixo a lista com marcas e lotes:
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Consumidores

Quem comprou essas marcas deve interromper o uso imediatamente e buscar a substituição, conforme o Código de Defesa do Consumidor. Denúncias sobre a venda de produtos fraudulentos podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR, indicando o local de compra.

Essa ação faz parte de uma série de iniciativas do Mapa para combater fraudes no mercado de azeites, que é considerado o segundo produto alimentar mais fraudado no mundo.

Dicas

Para evitar ser enganado, os consumidores devem tomar alguns cuidados ao escolher os produtos:

– Desconfie de preços muito abaixo da média.
– Verifique se a empresa está registrada no Mapa, se possível.
– Consulte a lista de produtos irregulares já apreendidos em ações do Mapa.
– Evite comprar azeite a granel.
– Fique atento à data de validade e aos ingredientes.
– Opte por produtos com data de envase mais recente.

Fonte: NativaNews

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Agro Notícias

Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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