Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Agro Notícias

Com público recorde, Querência recebe Circuito Aprosoja

Fortalecimento Institucional

Com público recorde, Querência recebe Circuito Aprosoja

Cerca de 450 pessoas estiveram no 16º Circuito Aprosoja realizado no CTG Pousada do Sul em Querência, região Leste de MT

04/05/2022

Por onde passou, o 16º Circuito Aprosoja surpreendeu com a quantidade de participantes, mas em Querência, no Centro de Tradições Gaúchas Pousada do Sul, os números impressionaram. Entre produtores, agrônomos, empresários e estudantes, 450 pessoas assistiram a palestra do comentarista político renomado nacionalmente, Caio Coppolla.

“É uma excelente oportunidade de ouvirmos as demandas dos produtores e da sociedade e poder levar para a diretoria da entidade. Esse ano, em especial, contamos com a palestra do Caio Coppolla, um comentarista conhecido no País todo para abordar temas relevantes, como política e economia junto aos produtores”, enfatiza o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Fernando Cadore.

Caio Coppolla se destaca nacionalmente pelos comentários políticos. Coppolla é bacharel em direito e foi alçado à fama depois de fazer seus próprios vídeos para a internet. Teve mais visibilidade na emissora Jovem Pan com o programa Morning Show e participando de outras atrações da emissora, como o Pânico e “Os pingos nos ís”. Em 2020, estreou o quadro “O Grande Debate”, na CNN Brasil.

Leia Também:  Encontro do Patrimônio Público 2023 ocorre nesta sexta-feira (26)

Já em 2021, Coppolla abraçou o ativismo político, militando em defesa da liberdade de expressão e do devido processo legal. Seu baixo-assassinado pela análise do pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes (STF), angariou mais de 2,7 milhões de assinaturas. Agora, Caio apresentará o programa diário “Boletim Coppolla”, exibido em horário nobre na TV e rádio Jovem Pan.

“Está sendo uma grande experiência participar do Circuito Aprosoja. Conhecer como funciona o agro e percorrer o Estado de Mato Grosso tem me proporcionado ver, por exemplo, o déficit de logística enfrentado por aqueles que levam a nossa produção pelo País”. afirma Coppolla.

Nesta semana em que o Circuito Aprosoja percorreu a região Leste do Estado, o evento passou pelos núcleos de Paranatinga, Gaúcha do Norte, Canarana e Querência.

Para o Delegado Coordenador da Aprosoja em Querência, Lauri Pedro Jantsch, a casa lotada é sinal que o produtor tem buscado se aprofundar no tema. “A sociedade atendeu o chamado e esteve presente no Circuito Aprosoja. Esse tema é importante e o evento é o maior canal de ligação entre o produtor e a entidade.” Enfatiza Lauri.

Leia Também:  Comissão Técnica de Aquicultura da FAEP debate desafios da cadeia do peixe no Paraná

Cronograma

O 16º Circuito Aprosoja já percorreu a Região Norte, com a participação de mais de 2 mil pessoas. Na região Leste, passou nesta semana por Paranatinga, Gaúcha do Norte, Canarana e Querência. Na quinta-feira (05), o evento ocorre pela manhã em Porto Alegre do Norte e, a partir das 18h30, em Água Boa. Na sexta-feira (06), o ciclo encerra em Nova Xavantina.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agro Notícias

União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

Leia Também:  FRANGO/CEPEA: Preço do pintainho atinge patamar recorde

A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Abiec
Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

Leia Também:  Déficit para armazenar safra de milho em Mato Grosso é de 98%, aponta Imea

Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

Qualidade
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA