Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Agro Notícias

Aprosoja-MT visita cooperativas indígenas em Campo Novo do Parecis


Fortalecimento Institucional

Aprosoja-MT visita cooperativas indígenas em Campo Novo do Parecis

Eles apresentaram os trabalhos em diversas culturas em terras indígenas como Soja, milho e feijão

31/03/2022

O vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, visitou o estande da Cooperativa indígena Coopihanama, na Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis.  Na ocasião os representantes apresentaram os trabalhos agropecuários em terra indígena.

“Todo povo que quer plantar, produzir prosperar e melhorar a qualidade de vida deve ter esse direito de escolha, sem interferência do estado ou de ideologias. Os povos indígenas querem produzir, obter  a renda, em harmonia com a natureza e a cultura indígena.” Enfatiza Costa Beber.

 Atualmente essa cooperativa planta soja, milho, milho pipoca e feijão em 17 mil hectares de terras destinada aos índios. Os trabalhos são feitos exclusivamente pelos indígenas das etnias, que se capacitam cada vez mais no ramo do agro.

O representante da cooperativa, Éder Júnior Zuneizokai, destacou o benefício do povo indígena plantar nas suas terras. “Foi uma luta de muitas décadas conquistar esse direito de plantar e colher nas nossas terras indígenas. Hoje a gente planta diversas culturas que nos ajuda bastante, tanto para cuidados com saúde, educação e cuidados básicos das nossas comunidades.” Friza Zuneizokai.

Leia Também:  Safra 2022/23: Produção de grãos pode chegar a 308 milhões de toneladas

Estande

 A Aprosoja-MT está presente no Parecis Super Agro, em Campo novo do Parecis com um estande para receber os produtores e sociedade em geral. A próxima feira que a entidade vai estar é a Norte Show em Sinop.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agro Notícias

Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

Leia Também:  SUGESTÃO DE PAUTA: Encerramento Circuito Aprosoja

Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

Leia Também:  Revista sobre trabalhos realizados em escolas do campo e quilombolas já está disponível no site da Seduc-MT

Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA