Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Sorriso: Homem quase perde o pé após ser picado por aranha enquanto calçava bota

Um homem, cuja idade não foi divulgada, quase perdeu o pé após ser picado por uma aranha no bairro Bela Vista, em Sorriso. O incidente ocorreu quando a vítima calçou uma bota sem perceber a presença da aranha dentro do calçado.

De acordo com o relato da vítima, quando ele sentiu dor procurou a unidade de saúde local, onde foi medicado e liberado para voltar para casa. No entanto, a situação do ferimento começou a piorar, e o homem notou sinais de necrose no pé.

Preocupado com a piora, o homem retornou ao hospital, onde foi internado de imediato devido à gravidade do ferimento. Ele passou alguns dias internado recebendo tratamento intensivo para conter a necrose e recuperar a saúde do pé.

Felizmente, após o tratamento, a vítima não corre mais risco de perder o membro. Este incidente serve como um alerta para a população sobre os cuidados necessários ao calçar sapatos e botas, especialmente em regiões onde a presença de aranhas e outros animais peçonhentos é comum.

Fonte: JKNtocias

Leia Também:  Mato Grosso integra campanha nacional de multivacinação
Propaganda

Saúde

Mais de 7,6 mil bebês nasceram de mães adolescentes em Mato Grosso em 2025

Mais de 7,6 mil bebês nasceram de mães adolescentes em Mato Grosso no ano passado, segundo dados do Painel de Monitoramento de Nascidos Vivos, do Ministério da Saúde. O levantamento registra 7.310 partos de jovens entre 15 e 19 anos e outros 324 de meninas com menos de 14 anos, uma média de aproximadamente 20 nascimentos por dia.

Além de evidenciar uma realidade marcada pela gravidez precoce, os números também chamam atenção para casos que podem estar relacionados ao estupro de vulnerável, especialmente entre as menores de 14 anos, e para os impactos sociais enfrentados por essas adolescentes.

No cotidiano da assistência social, a gravidez na adolescência costuma representar uma ruptura nos projetos de vida. Segundo a psicóloga do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro Pedregal, Emanuele Costa, muitas jovens passam a enxergar a maternidade como único caminho possível.

“É como se a vida dela se resumisse à maternidade, e é isso que vai determinar todo o resto da vida dela”, afirma.

Leia Também:  Eleições 2024: Barra do Garças inicia reuniões preparatórias do TRE-MT

A profissional explica que parte das adolescentes procura atendimento espontaneamente, enquanto outras são encaminhadas pelas unidades de saúde. No Cras, elas recebem acolhimento, orientação e acompanhamento para acesso aos benefícios socioassistenciais.

Entre os principais desafios está a evasão escolar. A gravidez, as limitações impostas pela gestação, o período do puerpério e a dificuldade de conciliar os cuidados com o bebê fazem com que muitas interrompam os estudos.

“Nós analisamos se houve ou não a evasão escolar, para ver a possibilidade de essa jovem voltar para a escola. Isso é uma grande questão na gravidez na adolescência, pois muitas deixam de ir ou têm muita dificuldade para voltar. Elas precisam de uma rede de apoio consolidada para conseguir, neste momento, voltar à escola e não ficarem desamparadas em relação aos cuidados com o filho”, destaca.

De acordo com Emanuele, outro aspecto recorrente é a ausência de planejamento para o futuro. Diferentemente de outros adolescentes, que costumam projetar objetivos como concluir os estudos, ingressar na universidade e conquistar independência financeira, muitas jovens grávidas acabam limitando suas expectativas à maternidade.

Leia Também:  Paternidade tardia pode elevar risco de doenças para bebês e até grávidas

“Muitas vezes, se ouve na adolescência: ‘eu quero estudar, me formar, passar no Enem e depois comprar uma casa’. Com elas, não. É como se agora a vida dela fosse só isso. Eu vou ser mãe e pronto, não tem planejamento para a vida futura”, relata.

A psicóloga também observa que, na maioria dos atendimentos, os pais das crianças estão ausentes. O suporte costuma vir das mães ou avós das adolescentes, que assumem papel fundamental na construção da rede de apoio.

“Pela nossa vivência, o amparo vem desse lado materno da própria mãe trazer a filha, conversar e tentar restabelecer esse vínculo que, muitas vezes, chega fragilizado. Nisso entra o papel da assistência social e do serviço de fortalecimento de vínculos. É para garantir que a rede de apoio seja mantida, porque essa é uma das principais bases para que a jovem consiga ter uma vida menos vulnerável e fique menos exposta a situações de risco”, conclui.

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA