Saúde
Mais de 2,8 mil presos e 834 servidores da segurança foram diagnosticados com Covid-19 em MT
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/4/p/1NaJmnS4Cyj4tlLw8HEQ/servidores.png)
Boletim Covid-19 do Sistema Penitenciário de Mato Grosso — Foto: Sesp-MT/Reprodução
Mais de 2,8 mil presos no estado e 834 servidores do sistema penitenciário foram contaminados pelo coronavírus durante a pandemia, em Mato Grosso, conforme dados do boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT), divulgado nessa quinta-feira (27).
Apesar do número de presos infectados ser três vezes maior que a quantidade de servidores diagnosticados com a Covid-19, a taxa de letalidade entre os profissionais da segurança é maior.
Do total de casos confirmados entre os servidores, 19 morreram em decorrência da doença. Já entre os presos foram registrados quatro óbitos.
Ainda segundo a secretaria, 7 servidores e 20 presos aguardam o resultado do teste de Covid.
O documento aponta ainda que 764 funcionários da segurança penal e 2.797 se recuperaram da doença

Servidores da segurança pública são vacinados contra a Covid-19 — Foto: Giuliano Gomes/PR PRESS
Unidades que registraram óbitos entre servidores:
- Centro de Custódia de Cuiabá (1)
- Cadeia de Pontes e Lacerda (1)
- Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas (2)
- Coordenadoria de Monitoramento Eletrônico (1)
- Cadeia de Alto Araguaia (1)
- Cadeia de Nova Mutum (1)
- Cadeia de Santo Antônio do Leverger (1)
- Cadeia Várzea Grande(1)
- Centro de Ressocialização de Cuiabá (2)
- Núcleo de Educação em Prisões (1)
- Penitenciária Central do Estado (2)
- Penitenciária de Água Boa (2)
- Penitenciária de Rondonópolis (2)
- Superintendência do Socioeducativo (1)
Unidades que registraram óbitos entre presos:
- Cadeia Pública de Alta Floresta (2)
- Penitenciária Central do Estado (1)
- Penitenciária de Sinop (1)
Vacinação
Mato Grosso já vacinou mais de 75% dos profissionais da segurança pública estadual e federal, isso significa que mais de 15 mil doses já foram aplicadas entre os policiais.
A vacinação da categoria começou no dia 8 de abril e deve ser finalizada nos próximos dias.
Fonte: G1 MT
Saúde
MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.
Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.
A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.
“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.
O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.
Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.
O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.
Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.
As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.
-
Polícia4 dias atrásHomem mata a mulher, usa o celular dela para pedir dinheiro à família da vítima e vai a bar beber, diz polícia
-
Cidades2 dias atrásMato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios
-
Esportes2 dias atrásLula revela consulta de Ancelotti: ‘Você acha que o Neymar deve ser convocado?’
-
É Direito4 dias atrásGilmar Mendes nega recurso e mantém pena de 22 anos a PM por assassinato a tiros em bar
-
Esportes2 dias atrásBMX de Nova Mutum realiza entrega oficial de bicicletas adquiridas através de recursos do MPMT
-
Golpe2 dias atrásMulher cai em golpe de cobrança de pedágio e perde R$ 77
-
Polícia4 dias atrásPM prende traficante e apreende drogas na casinha do cachorro
-
Mundo4 dias atrásTrump dá início ao bloqueio no Estreio de Ormuz e diz que vai “eliminar” qualquer navio que tentar passar





