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Política Nacional

Da prisão, Bolsonaro condena ataques da direita e reforça valores de sua base

Em meio às manifestações do movimento “Acorda Brasil”, o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou neste domingo (1°) uma carta escrita à mão na qual lamenta ataques internos entre aliados e faz um apelo por unidade no campo conservador. O documento, divulgado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais, foi redigido enquanto Bolsonaro cumpre pena e endereça uma mensagem aos apoiadores que “comungam dos mesmos valores – Deus, Pátria, Família e Liberdade”.

Na carta, Bolsonaro também explica que pediu à sua esposa, Michelle Bolsonaro, para adiar seu envolvimento direto na política até depois de março de 2026, citando cuidados com a filha Laura, que passou por uma cirurgia recentemente, e com o próprio ex-mandatário.

“A Michelle pedi para se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém operada, bem como nos cuidados da minha pessoa”, explicou Bolsonaro.

O ex-presidente criticou o que considerou críticas e pressões internas, afirmando que, em disputas eleitorais – tanto em campanhas majoritárias quanto em vagas ao Senado – os apoios devem surgir “pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”.

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“Numa campanha majoritária, bem como às cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”, escreveu.

Ao encerrar o texto, ele agradeceu o apoio recebido e reiterou que “da nossa união o futuro do Brasil”.

Acompanhe a mensagem na íntegra:

Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores – Deus, Pátria, família e liberdade – para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa.

A Michelle pedi para se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém operada, bem como nos cuidados da minha pessoa.

Numa campanha majoritária, bem como às cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados.

Meu muito obrigado a todos pelo caminho e consideração.

Da nossa união o futuro do Brasil.

Jair Bolsonaro”

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Política Nacional

Lula sanciona lei que prevê uso imediato de tornozeleira para agressores de mulheres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta sexta-feira (10.04), a Lei nº 15.383/2026, que estabelece a possibilidade de monitoramento eletrônico imediato de agressores em casos de risco atual ou iminente à integridade física de mulheres e crianças em situação de violência doméstica.

A medida prevê que a utilização de tornozeleira eletrônica poderá ser determinada por autoridade judicial ou, em situações específicas, por delegado de polícia, com comunicação obrigatória ao Poder Judiciário no prazo de até 24 horas.

O texto também autoriza o uso de tornozeleiras eletrônicas integradas a dispositivos de segurança disponibilizados às vítimas, que deverão emitir alertas automáticos em caso de aproximação do agressor. O descumprimento das áreas de restrição poderá agravar a pena aplicada.

Além disso, a lei estabelece prioridade orçamentária para a aquisição e manutenção desses equipamentos, vinculando parte dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Crime de “vicaricídio” passa a ser hediondo
Outra mudança relevante está na Lei nº 15.384, que introduz o conceito de violência vicária na legislação brasileira e cria o crime de vicaricídio.

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