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Educação

Mãe de aluna reprovada por 2 décimos tentou viralizar indignação contra escola, mas acabou detonada por internautas

Um vídeo gravado por uma mãe na semana passada, denunciando a reprovação da filha por dois décimos, gerou grande repercussão nas redes sociais e virou assunto em Lucas do Rio Verde e em todo o estado. A mulher, revoltada, afirmou que a instituição alegou falta de maturidade da aluna para avançar de série, argumento que, segundo ela, seria injusto.

No entanto, a estratégia de tentar responsabilizar a escola acabou gerando efeito contrário. O desabafo, publicado no Instagram e Facebook do JK e a grande parte dos comentários são de duras críticas pela postura da mãe.

Reação do público: críticas severas
Entre os comentários, muitos usuários destacaram que:
• a responsabilidade pelo desempenho escolar é compartilhada pelos pais, e não apenas pela instituição;
• a mãe não buscou acompanhar o rendimento da filha ao longo do ano;
• só se indignou quando a reprovação se concretizou;
• e, mesmo discordando da decisão, utilizou as redes sociais para expor a criança e atacar a escola.

Alguns internautas afirmaram:

“Onde estavam os pais durante o ano todo para ajudar essa menina a alcançar a média?”

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Outros ironizaram:

“Se colocar em escola pública, ela passa fácil.”

Houve ainda críticas diretas ao comportamento da mãe:

“A falta de maturidade não é da criança, é da mãe.”

“Você quer jogar a responsabilidade para a escola, mas nem você nem sua filha fizeram o mínimo.”

A escola citada no vídeo

A escola em questão, La Salle que atua no ensino privado em Lucas do Rio Verde é conhecida por possuir rígido padrão pedagógico e ser uma das instituições mais bem avaliadas da cidade, justamente pela exigência e qualidade no ensino.

Especialistas destacam que, em unidades com alto padrão educacional, critérios de aprovação são levados a sério, e notas refletindo desempenho abaixo da média dificilmente são ignoradas apenas para atender pressão de pais.

Debate que vai além do vídeo

O caso abre uma discussão importante:
• até que ponto a frustração dos pais tem sido transferida para as instituições?
• a reprovação pode ser dolorosa, mas também pode fazer parte do processo de aprendizagem?
• expor uma criança e uma comunidade escolar nas redes é o caminho certo?

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Conclusão

O vídeo que buscava apoio, acabou se tornando um exemplo de como em tempos de redes sociais responsabilizar terceiros sem assumir o próprio papel pode gerar o efeito contrário: crítica pública.

Enquanto a mãe tenta atribuir a reprovação à escola, internautas reforçam:
educação é parceria não omissão durante o ano e indignação apenas no boletim final.

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Educação

Articulação política de Rosa Neide foi decisiva para possível chegada da UFMT a Diamantino

A autorização do Ministério da Educação (MEC) para a criação de um campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Diamantino representa um marco histórico para o município — e também o resultado de uma articulação política construída ao longo dos anos, com destaque para a atuação da ex-deputada federal Rosa Neide.

Reconhecida por sua defesa da educação pública, Rosa Neide foi uma das principais responsáveis por abrir caminhos em Brasília para a interiorização do ensino superior em Mato Grosso. Durante seu mandato, a ex-parlamentar atuou diretamente junto ao MEC e à UFMT para viabilizar projetos de expansão universitária no estado, incluindo a proposta que agora começa a se concretizar em Diamantino.

A confirmação mais recente desse avanço ocorreu na quarta-feira (18), quando o prefeito Chico Mendes esteve em Brasília acompanhado da reitora da UFMT, Marluce Souza e Silva, em reunião com o ministro da Educação, Camilo Santana. Na ocasião, o MEC autorizou oficialmente o início do processo de implantação do campus no município.

Embora a autorização represente um passo fundamental, a criação da unidade ainda seguirá etapas técnicas e institucionais. A UFMT realizará um estudo detalhado para identificar a demanda regional e definir quais cursos poderão ser ofertados, levando em consideração as necessidades da população, a vocação econômica local e a viabilidade acadêmica.

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Após essa fase, o projeto será submetido aos órgãos colegiados da universidade, responsáveis pela análise e aprovação final, conforme os trâmites internos.

Para o prefeito Chico Mendes, a conquista tem impacto direto no desenvolvimento da cidade. “Este é um momento histórico para Diamantino. A implantação de um campus da UFMT representa mais oportunidades para a nossa população, especialmente para os nossos jovens, que poderão acessar o ensino superior público sem precisar sair do município”, afirmou.

A reitora Marluce Souza e Silva destacou que a expansão será conduzida com responsabilidade. Segundo ela, a universidade busca ampliar o acesso ao ensino superior sem comprometer a estrutura já existente. “A UFMT tem compromisso com a expansão do ensino superior público em Mato Grosso, especialmente em municípios estratégicos como Diamantino. No entanto, essa expansão precisa ocorrer com responsabilidade, assegurando recursos de servidores e de custeio”, explicou.

Apesar de ainda não haver definição sobre os cursos, a expectativa é que a futura unidade atenda demandas estratégicas da região.

Legado político e educacional

A consolidação do campus em Diamantino reforça o legado de Rosa Neide na defesa da educação pública e na interiorização do ensino superior. Sua atuação foi fundamental para colocar o município no radar das políticas educacionais federais, demonstrando como a articulação política pode transformar demandas locais em políticas públicas concretas.

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Com a autorização do MEC, o projeto avança para uma nova fase — e Diamantino se aproxima de um futuro em que o acesso à universidade pública estará mais próximo da realidade de seus jovens.

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