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Trump anuncia que vai barrar imigrantes de “países de 3º mundo” após ataque cometido por afegão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou na madrugada desta sexta-feira (28) que pretende “pausar permanentemente a imigração de todos os países do terceiro mundo”, após o ataque cometido por um afegão que baleou dois soldados da Guarda Nacional. A afirmação foi feita em sua rede social, a Truth Social, logo após o Dia de Ação de Graças, reacendendo o debate sobre segurança e endurecimento das fronteiras.

Trump afirmou que a medida tem como objetivo permitir que “o sistema dos EUA se recupere totalmente”, responsabilizando imigrantes pela “disfunção social” e associando a chegada de estrangeiros ao aumento da criminalidade, à sobrecarga dos serviços públicos e à deterioração urbana.

Além disso, prometeu acabar com benefícios e subsídios para não cidadãos, desnaturalizar imigrantes considerados ameaça e deportar estrangeiros que, segundo ele, representem riscos à segurança ou sejam “incompatíveis com a Civilização Ocidental”.

Ataque reacende discurso de segurança

O estopim para as declarações foi o ataque cometido por Rahmanullah Lakanwal, afegão que vive nos EUA desde 2021 e recebeu asilo em abril de 2025, já no governo republicano. Lakanwal chegou ao país com um visto especial concedido a afegãos que auxiliaram militares norte-americanos durante a Guerra do Afeganistão — política implementada ainda na gestão Joe Biden. Mesmo após o vencimento do visto, permaneceu em solo americano e solicitou novo asilo em 2024, sendo aprovado no ano seguinte.

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O agressor integrou uma “Zero Unit”, força paramilitar afegã treinada em cooperação direta com agentes dos EUA, e agora se torna peça central no discurso de Trump por medidas migratórias mais rígidas.

Revisão de green cards e restrições ampliadas

Um dia antes da declaração, Trump já havia determinado a revisão dos green cards emitidos para estrangeiros de 19 países, os mesmos que sofreram restrições de viagem durante seu governo em junho de 2025. Ele também afirmou que pretende cancelar admissões aprovadas via “Autopen”, sistema automatizado de autorização que, segundo o republicano, precisa ser reavaliado.

Países alvos da revisão:

Afeganistão

Chade

República do Congo

Eritreia

Guiné Equatorial

Haiti

Irã

Iêmen

Líbia

Mianmar

Somália

Sudão

Burundi

Cuba

Laos

Serra Leoa

Togo

Turcomenistão

Venezuela

Migração reversa

Reforçando sua visão, Trump voltou a defender a chamada “migração reversa”, alegando que a redução do número de imigrantes é a única forma de “resolver completamente a situação” social e econômica dos EUA.

As declarações têm provocado reação entre defensores de direitos humanos, parlamentares democratas e especialistas em imigração, que alertam para possíveis violações e impactos diplomáticos. Ainda assim, o discurso encontra forte apoio entre eleitores que priorizam políticas de segurança e controle migratório.

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Com a escalada das medidas, o tema promete continuar no centro do debate político americano nos próximos meses.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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Casal é preso após tentar fazer sexo dentro de avião

Um casal foi preso nesse sábado (09) após tentar manter relações sexuais dentro de um avião durante um voo com destino à Argentina. O caso foi divulgado pelo jornal argentino La Nación.

Segundo a publicação, o homem, de 55 anos, e a mulher, de 60, foram flagrados seminus em seus assentos após denúncias feitas por outros passageiros da aeronave.

O voo da companhia aérea Copa Airlines vinha do Panamá e precisou realizar um pouso no aeroporto da cidade de Rosário após a situação ser comunicada ao comandante pelo chefe da cabine.

Ainda conforme o jornal argentino, a agência de aviação civil da Argentina não possui uma regulamentação específica para casos de prática sexual dentro de aeronaves. Mesmo assim, o Ministério Público foi acionado e o casal deverá responder criminalmente por atentado ao pudor.

Após o pouso, os dois foram levados para uma delegacia, onde passaram pelos procedimentos legais e administrativos relacionados ao caso.

As identidades dos envolvidos não foram divulgadas pelas autoridades argentinas.

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