Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Corregedor da gestão 23/24 realiza primeira reunião com juízes

O corregedor-geral da Justiça do Poder Judiciário, desembargador Juvenal Pereira da Silva, conversou com os juízes mato-grossenses pela primeira vez na sua gestão nesta sexta-feira (13/01). De forma virtual, ele, os juízes auxiliares e o coordenador da Corregedoria do TJMT, bateram um papo com os mais de 200 juízes sobre as prioridades, projetos e ações a serem desenvolvidas na gestão biênio 2023-2024 na busca de uma melhor prestação jurisdicional.
 
“Estamos em uma nova fase e queremos contar com a participação dos senhores para fazer o melhor em nossa gestão. Prestar um bom serviço ao jurisdicionado e bater metas, fica mais fácil quando trabalhamos juntos. Já entramos sabendo quais pontos precisam ser melhorados e daremos foco a eles. Ressalto ainda que apesar da busca pelos selos de qualidade ser um objetivo, o mais importante é a satisfação do nosso cliente, a sociedade mato-grossense“, pontuou o corregedor durante a reunião de apresentação da equipe e direcionamento dos trabalhos.
 
O coordenador da Corregedoria-Geral da Justiça, Flávio de Paiva Pinto, destacou que a gestão 2023-2024 terá como foco seis eixos estratégicos: gestão da performance do 1º Grau, gestão de dados, Justiça 4.0, gestão do Foro Extrajudicial, Justiça e Cidadania e CNJ. “Queremos aperfeiçoar a prestação jurisdicional do Primeiro Grau, evoluir e sanear a gestão dos dados, aprimorar as ações de expansão dos Núcleos de Justiça 4.0, aprimorar os serviços do Foro Extrajudicial, fortalecer as ações de inclusão à Justiça e Cidadania e aprimorar as ações para atendimento as metas nacionais e demandas do CNJ. Será uma caminhada longa, mas esperamos que ao final possamos deixar um legado, de uma prestação jurisdicional ainda melhor”.
 
Em seguida o novo juiz auxiliar, Lídio Modesto da Silva Filho, falou aos presentes, ele terá atribuições como supervisionar as atividades do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), coordenar as atividades da Auditoria da Corregedoria, acompanhando a produtividade e cumprimento de metas pelos magistrados, apresentando relatórios e sugestões de intervenção em unidades judiciárias, supervisionar as atividades da Coordenadoria da Corregedoria. “Queremos trabalhar para deixar um legado ao Tribunal. Para vocês terem uma ideia o DAPI responde por 95% do controle da produção que é encaminhado ao CNJ para aferir a qualificação do Tribunal, ver o nosso estágio de desenvolvimento e a ideia nessa gestão é continuar com esse importante trabalho. Além disso, temos inúmeros sistemas disponíveis aos magistrados e vamos focar em difundir a informação para que todos passem a utilizá-los”, apontou.
 
Já o juiz auxiliar, Emerson Luis Pereira Cajango, manterá a grande maioria de suas atribuições e novamente coordena e realizará correições nas unidades cíveis e mutirões, regimes de exceção e inspeções, gerenciar matérias relativas aos Juizados Especiais e Turmas Recursais, além de desenvolver ações relacionadas aos Juízos de Execução Penal e Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerário (GMF). “Agradecer o árduo trabalho de todos nesses dois últimos anos, atingimos a menor taxa histórica de congestionamento do Primeiro Grau com 59.43% graças ao trabalho de vocês. E agora começando uma nova gestão temos novos desafios como bater as Metas 2, 4 e 11 do CNJ. Vamos focar nelas para levar o Tribunal de selo ouro a diamante”.
 
O juiz auxiliar, Eduardo Calmon de Almeida Cezar, manteve o gerenciamento das questões administrativas do foro extrajudicial, o gerenciamento dos processos contra decisões dos Juízes-Diretores do Foro, bem como os recursos contra decisões do Corregedor em relação ao foro extrajudicial. “A Corregedoria está aqui para auxiliar aos senhores e também aos servidores do Poder Judiciário. Iremos focar em algumas ações como: o gerenciamento da condução permanente das serventias extrajudiciais, faremos uma análise quantitativa e qualitativa buscando implementar um selo de qualidade, implantaremos um projeto de regularização fundiária para o estado de Mato Grosso, em parceria com o Governo de Mato Grosso e o Banco Mundial. E as Comissões Municipais de Regularização Fundiária e as varas de competência serão importantíssimas nesse projeto”, disse.
 
A juíza auxiliar, Christiane da Costa Marques Neves; também mantém suas atribuições como gerenciar as ações da CGJ relacionadas à violência doméstica e familiar, gerenciar matérias relativas à área cível, acompanhar o corregedor nas visitas técnicas e supervisionar as atividades do Departamento de Judiciário Auxiliar (DJA) e da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), ressaltou a disponibilidade da equipe. “Estamos sempre à disposição dos senhores. Nosso desejo é de mais uma vez trabalhar em conjunto para trazer mais celeridade e eficácia ao Tribunal de Justiça”.
 
Logo após os juízes se manifestaram e fizeram observações de melhorias nos serviços e estruturas. As sugestões foram anotadas e continuarão sendo captadas por e-mail.
 
Quem quiser pode conferir o Plano de Gestão e as atribuições dos juízes-auxiliares no site: www.corregedoria.tjmt.jus.br
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto horizontal colorida. Captura de tela. Mosaico com os participantes. Ao lado esquerdo, superior, o corregedor, juízes auxiliares e coordenador da CGJ.
 
Larissa Klein
Assessoria de imprensa CGJ/TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Poder Judiciário de Mato Grosso se torna referência em práticas da Justiça Restaurativa na Educação
Propaganda

Mato Grosso

Dois senadores na corrida pelo Executivo: Flávio Bolsonaro reforça apoio a Wellington Fagundes em Mato Grosso

 

Candidato à Presidência pelo PL grava mensagem ao lado de Wellington, pede votos ao correligionário para o Governo de Mato Grosso e reforça integração entre o projeto nacional e a campanha estadual do partido

A reta final da campanha eleitoral de 2026 coloca dois senadores do Partido Liberal em disputas pelo Poder Executivo. Enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concorre à Presidência da República, Wellington Fagundes (PL-MT) disputa o Governo de Mato Grosso.

Nesta quinta-feira (24), Flávio gravou uma mensagem direcionada aos eleitores mato-grossenses e pediu votos para Wellington, reforçando publicamente o apoio da direção nacional do partido à candidatura estadual.

Na gravação, Flávio apresentou Wellington como integrante do projeto eleitoral do PL em Mato Grosso e vinculou sua candidatura presidencial à disputa pelo Palácio Paiaguás.

Além de Wellington, Flávio Bolsonaro também pediu apoio ao deputado federal José Medeiros (PL) na disputa pelo Senado, reforçando a composição apresentada pela legenda aos eleitores mato-grossenses.

Apoio nacional ganha espaço na campanha

O gesto ocorre em um momento em que Wellington Fagundes procura ampliar a participação de lideranças nacionais em sua campanha.

Nos últimos dias, o senador recebeu manifestações públicas de apoio de nomes como Rogério Marinho, Sérgio Moro, Bia Kicis e Marcos Pontes, entre outras lideranças ligadas ao campo político do PL.

A estratégia busca apresentar a eleição em Mato Grosso como parte de um projeto político mais amplo da legenda para 2026.

Leia Também:  Primeira-dama de MT parabeniza procurador-geral de Contas pela posse: "Trabalho de excelência"

No vídeo divulgado nesta semana, Flávio Bolsonaro afirmou que o grupo apresentado pelo partido pretende promover mudanças tanto no cenário nacional quanto estadual.

A declaração integra o discurso político da campanha e reforça a tentativa de aproximar a candidatura de Wellington do eleitorado que acompanha o projeto nacional do PL.

Wellington deixa Senado para disputar Governo

Wellington Fagundes exerce mandato de senador por Mato Grosso e teve sua candidatura ao Governo oficializada pelo PL durante convenção estadual realizada neste ano.

Na mesma ocasião, o partido confirmou José Medeiros como candidato ao Senado.

Com isso, a campanha reúne uma situação de destaque no cenário eleitoral: dois senadores do mesmo partido disputam cargos no Executivo, um em âmbito nacional e outro estadual.

Flávio Bolsonaro busca chegar ao Palácio do Planalto, enquanto Wellington Fagundes tenta assumir o comando do Governo de Mato Grosso.

Disputa pelo eleitorado ligado ao PL

O apoio público de Flávio também ganha importância diante da disputa pelo eleitorado identificado com o PL e com o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em Mato Grosso, diferentes lideranças vêm buscando consolidar espaço dentro desse campo político, especialmente na reta final da campanha.

A manifestação de Flávio Bolsonaro em favor de Wellington torna mais clara a posição adotada pelo candidato presidencial dentro da disputa estadual.

A estratégia procura criar uma identificação direta entre as candidaturas do partido em nível nacional e estadual.

Leia Também:  Centro de Inteligência orienta juízas e juízes sobre urgência, emergência e eletividade na saúde

Bolsonaro já havia apoiado Wellington

A aproximação de Wellington com o núcleo nacional do PL não começou nesta semana.

Ao longo do período pré-eleitoral, o senador mato-grossense divulgou manifestações de apoio recebidas do ex-presidente Jair Bolsonaro para sua candidatura ao Governo.

Segundo declarações feitas anteriormente por Wellington, Bolsonaro defendia uma candidatura alinhada dentro do mesmo campo político em Mato Grosso, envolvendo Wellington na disputa pelo Governo e José Medeiros na corrida ao Senado.

Agora, na reta final da campanha, Flávio Bolsonaro reforça essa posição ao pedir diretamente o voto dos eleitores mato-grossenses.

Campanha entra nos últimos dias

Com a aproximação da votação, os candidatos intensificam agendas, reuniões, vídeos, visitas ao interior e participação de lideranças nacionais.

Para Wellington Fagundes, o apoio explícito de Flávio Bolsonaro passa a ocupar espaço importante na estratégia eleitoral, especialmente entre eleitores que acompanham o projeto nacional do PL.

Ao mesmo tempo, a disputa pelo Governo de Mato Grosso segue envolvendo diferentes candidaturas, propostas e grupos políticos.

O movimento desta semana, porém, deixa clara a estratégia adotada pelo Partido Liberal nesta fase final da eleição: aproximar as campanhas de Flávio Bolsonaro à Presidência e de Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso, apresentando ambas como integrantes de um mesmo projeto político para 2026.

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA