Luto
Poeta mato-grossense Airton Reis morre aos 59 anos

O poeta e fundador do PEN Clube do Brasil em Mato Grosso, Airton Reis, faleceu nesta segunda-feira (10.06). Ele estava internado há oito dias em na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da capital, devido a complicações de um enfisema pulmonar. Airton tinha 59 anos.
O velório teve início às 7h na Capela Jardins, sala das Tulipas. O sepultamento está marcado para ocorrer às 17h no Cemitério Parque Bom Jesus, com o cortejo saindo do local do velório às 16h.
Conhecido carinhosamente como Airtinho, Airton Reis Junior nasceu em Cáceres (a 225 km a Oeste de Cuiabá). Ele era filho de Airton dos Reis, ex-deputado estadual e federal nas décadas de 70 e 80, e de Rosimar Arruda Reis.
Aos 10 anos, Airton mudou-se com a família para Cuiabá, onde continuou seus estudos e permaneceu ao longo da vida. Sua paixão pela poesia começou aos 18 anos, na juventude. Durante sua carreira, escreveu várias obras, incluindo “Mato Grosso: Rios em rima” e “Diamantino – MT: Memória, história e poesia”.
Fonte: PNBOnline
Fatalidade
“Enterrei meu filho duas vezes”, diz mãe após troca de corpos em IML; famílias velaram e sepultaram pessoas erradas

Mônica Raquel Guadagnin enterrou o filho, de 24 anos, duas vezes após uma falha no processo de liberação de corpos no Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis. O caso, registrado em abril deste ano, resultou na troca de três corpos e levou famílias a velarem e sepultarem pessoas erradas.
Juliano Henrique Guadagnin, de 24 anos, morreu em um acidente de moto no dia 9 de abril. No mesmo dia, outros dois homens, Denner Dario Colodina, de 29 anos, e Patrick Nunes Ferreira, de 33, foram encontrados mortos em São José, em casos investigados como homicídio. Os três corpos foram recolhidos pela mesma viatura e encaminhados ao Instituto Geral de Perícias (IGP) da capital.
No dia seguinte, dois corpos foram liberados pelo IML para as respectivas funerárias para que as famílias pudessem realizar as cerimônias de despedida. Um deles foi entregue à funerária contratada pelos familiares de Juliano. O sepultamento ocorreu no mesmo dia, por volta das 17h, após o velório iniciado às 14h.
“Dor que não acaba”
Horas depois de deixar o cemitério, Mônica recebeu uma ligação da funerária pedindo que retornasse à Central de Óbitos. Segundo ela, foi informada de que havia ocorrido “um problema com o IML”. O problema, na verdade, era a troca dos corpos.
O corpo de Denner foi entregue à família de Juliano, enquanto o de Patrick foi entregue à família de Denner. Os dois foram sepultados no mesmo dia, em caixões fechados, sem que os familiares tivessem contato direto com os corpos. O corpo de Juliano permaneceu no IML.
— Velar e sepultar um filho já é uma dor que não se acaba. Mas eu passei por isso duas vezes. Eu carreguei o caixão de uma outra pessoa achando que era meu filho — relatou Mônica.
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