Luto
Governo lamenta falecimento de Maria Benedita, mãe do ex-governador Dante de Oliveira

O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento de Maria Benedita Martins de Oliveira, aos 104 anos, mãe do ex-governador Dante Martins de Oliveira, ocorrido nesta segunda-feira (12.01).
O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes manifestaram pesar.
“Com muita tristeza, recebemos a notícia do falecimento da Dona Maria, mãe do ex-governador Dante de Oliveira e um exemplo de força e dedicação à família. Dona Maria foi uma mulher de muita fé e resiliência, e deixa um legado de compromisso com a educação e valores morais, ligados a uma das figuras mais emblemáticas de Mato Grosso e fundamental para o processo de redemocratização do país. Desejamos que Deus console toda a família e amigos nesse momento de profunda dor”, lamentaram.
O cuiabano Dante Martins de Oliveira foi governador de Mato Grosso por sete anos, entre 1995 e 2002, e um dos políticos mais influentes do país, sendo reconhecido nacionalmente por impulsionar o movimento de redemocratização do Brasil com as Diretas Já, que restabeleceu as eleições diretas para presidente da República.
Dante também foi prefeito da Capital, deputado estadual e federal e ministro da Reforma e do Desenvolvimento Agrário.
As informações sobre o velório de Dona Maria ainda serão repassadas.
Fatalidade
“Enterrei meu filho duas vezes”, diz mãe após troca de corpos em IML; famílias velaram e sepultaram pessoas erradas

Mônica Raquel Guadagnin enterrou o filho, de 24 anos, duas vezes após uma falha no processo de liberação de corpos no Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis. O caso, registrado em abril deste ano, resultou na troca de três corpos e levou famílias a velarem e sepultarem pessoas erradas.
Juliano Henrique Guadagnin, de 24 anos, morreu em um acidente de moto no dia 9 de abril. No mesmo dia, outros dois homens, Denner Dario Colodina, de 29 anos, e Patrick Nunes Ferreira, de 33, foram encontrados mortos em São José, em casos investigados como homicídio. Os três corpos foram recolhidos pela mesma viatura e encaminhados ao Instituto Geral de Perícias (IGP) da capital.
No dia seguinte, dois corpos foram liberados pelo IML para as respectivas funerárias para que as famílias pudessem realizar as cerimônias de despedida. Um deles foi entregue à funerária contratada pelos familiares de Juliano. O sepultamento ocorreu no mesmo dia, por volta das 17h, após o velório iniciado às 14h.
“Dor que não acaba”
Horas depois de deixar o cemitério, Mônica recebeu uma ligação da funerária pedindo que retornasse à Central de Óbitos. Segundo ela, foi informada de que havia ocorrido “um problema com o IML”. O problema, na verdade, era a troca dos corpos.
O corpo de Denner foi entregue à família de Juliano, enquanto o de Patrick foi entregue à família de Denner. Os dois foram sepultados no mesmo dia, em caixões fechados, sem que os familiares tivessem contato direto com os corpos. O corpo de Juliano permaneceu no IML.
— Velar e sepultar um filho já é uma dor que não se acaba. Mas eu passei por isso duas vezes. Eu carreguei o caixão de uma outra pessoa achando que era meu filho — relatou Mônica.
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