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Economia

Um negócio de milhões: Eletrobras Conclui Descruzamento com Copel e leva UHE Colíder no acordo

Em um fato relevante divulgado em 30 de maio de 2025, a Centrais Elétricas Brasileiras S/A – Eletrobras anunciou a conclusão do descruzamento de participações e ativos com a Copel Geração e Transmissão e a Companhia Paranaense de Energia – Copel. Essa operação é um passo significativo para a companhia, que agora adiciona 300 MW de capacidade hidrelétrica ao seu portfólio, através da UHE Colíder.

Capacidade Hidrelétrica e Sinergias Operacionais
Com a UHE Colíder, a Eletrobras se aproxima ainda mais de otimizar sua operação no contexto do Ambiente de Contratação Regulada (ACR), garantindo contratos que cobrem aproximadamente 70% de sua Garantia Física até 2044. O restante está assegurado no Ambiente de Contratação Livre (ACL), com acordos até 2029. Além disso, a nova capacidade permitirá um aproveitamento de sinergias operacionais com outros ativos na região do rio Teles Pires, onde a companhia já possui usinas com uma capacidade agrupada de 2.922 MW.

Detransferências e Acordos Financeiros
A Eletrobras também transferiu suas participações minoritárias na Mata de Santa Genebra Transmissão S.A. e na Usina Hidrelétrica Mauá para a Copel, recebendo um total de R$ 196,6 milhões em caixa. Essa movimentação inclui um saldo após ajustes contratuais e dividendos recebidos da MSG, mostrando um foco claro da empresa na Geração de Valor e na disciplina de capital.

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Compromisso com a Estrutura Operacional
Esta operação sublinha o compromisso da Eletrobras em simplificar sua estrutura conforme definido em seu Plano Estratégico. O Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Eduardo Haiama, enfatizou que a companhia busca constantemente evoluir suas participações, alinhando-se a um modelo de negócios mais eficiente e sustentável.

A Eletrobras (ELET3; ELET6) e sua subsidiária CGT Eletrosul informaram a conclusão do descruzamento das participações acordado com a Copel (CPLE6). Assim, passou a consolidar 300 MW (Megawatt) adicionais de capacidade hidrelétrica ao seu portfólio (UHE Colíder), com potencial aproveitamento de sinergias operacionais com os demais ativos detidos e localizados no rio Teles Pires (UHE Teles Pires – 1.820 MW, UHE Sinop – 402 MW e UHE São Manoel – 700 MW).

A Eletrobras transferiu a totalidade de suas participações minoritárias em Mata de Santa Genebra Transmissão (MSG) e na Usina Hidrelétrica Mauá (UHE Mauá) para a Copel, recebendo, em contrapartida, além da UHE Colíder, um pagamento em caixa de R$ 196,6 milhões, após ajustes previstos no contrato, como o recebimento de dividendos de MSG. Com isso, o valor total do desembolso atinge os R$ 365,0 milhões estipulados inicialmente, complementou a Copel.

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De acordo com o fato relevante divulgado pela Eletrobras (ELET3; ELET6), a UHE Colíder possui contratos no ambiente de contratação regulada (ACR), para cerca de 70% da sua garantia física, com prazo até 2044, e contratos no ambiente de contratação livre (ACL) para o restante da garantia física, com prazos até 2029.

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Economia

Empresa confirma investimentos em ferrovia que irá passar por Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Cuiabá

O governador Mauro Mendes se reuniu com representantes da Rumo, na manhã desta segunda-feira (17), para discutir sobre a ferrovia que irá passar por Cuiabá, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. Na ocasião, a diretoria da empresa confirmou que irá expandir em Mato Grosso a ferrovia que compõe a Malha Norte.

A reunião também contou com a presença dos secretários Mauro Carvalho (Casa Civil) e Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico), além dos senadores Wellington Fagundes, Jayme Campos e do deputado federal Neri Geller.

“É um investimento logístico que vai trazer mais competitividade para o Estado, extremamente importante para melhorar as nossas cadeias produtivas, trazendo mais emprego e renda em todo o estado de Mato Grosso”, destacou o governador.

Ao todo, segundo informações da assessoria de imprensa, o projeto prevê a construção de três novos terminais para o transporte da produção agrícola e industrial, que cresce consideravelmente em Mato Grosso.

Um fator que destravou o andamento do projeto foi a renovação antecipada da Rumo Malha Paulista, por parte do Tribunal de Contas da União (TCU), no final do ano passado. O governador chegou a ir três vezes a Brasília solicitar a renovação.

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O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou que a expansão da ferrovia será um grande marco para a logística mato-grossense. “A diretoria da Rumo pediu o apoio para a concretização dessa ferrovia. E o Governo fará todo o possível para que isso ocorra, como o governador Mauro Mendes enfatizou na reunião”, afirmou

De acordo com o diretor-executivo da empresa, João Alberto Abreu, ainda há alguns trâmites burocráticos para que as obras possam sair do papel.

“Existem três frentes de trabalho e uma delas é a de engenharia. O projeto de engenharia está sendo desenvolvido há mais de um ano. Existe também a necessidade de seguir com todos os trâmites ambientais e licenças. Esse trabalho também foi iniciado há mais de um ano. E hoje dividimos com o governador Mauro Mendes e a bancada federal sobre as alternativas regulatórias, para encontrarmos a melhor forma de viabilizar isso do ponto de vista regulatório, junto ao Ministério da Infraestrutura”, explicou Abreu.

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