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Diamantino

Polícia Militar prende homem com vasta ficha criminal transportando drogas em Diamantino

No início da noite desta terça-feira (4), por volta das 18h10, a equipe de Força Tática de Nova Mutum em apoio a 9º Companhia da Polícia Militar de Diamantino, durante mais uma etapa da Operação Tolerância Zero, realizava patrulhamento pelo bairro Diamantino Novo, em Diamantino, quando os militares encontraram um veículo em atitude suspeita circulando na região.

Os policiais deram ordem de parada ao condutor, emitindo sinais sonoros e luminosos. O indivíduo parou logo a frente, e partir deste momento, foi realizado a abordagem e a revista pessoal.

O suspeito foi questionado se estava transportando algo de ilícito no interior do veículo, e ele confirmou que transportava uma porção de maconha. O entorpecente foi localizado, e dando continuidade à revista, os policiais encontraram em baixo do banco do motorista meio tijolo de maconha, uma balança de precisão e um rolo de papel filme escondidos em uma sacola.

Através da consulta dos dados pessoais, foi constatado que o acusado tem inúmeras passagens pela polícia por tráfico de drogas, associação ao tráfico, homicídio, extorsão, desacato, ameaça e resistência à prisão.

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Ele foi preso e conduzido à delegacia de Diamantino, onde está à disposição da justiça.

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Diamantino

Politec identifica corpo de Paulo encontrado em reserva de eucaliptos em Diamantino

Um trabalho de alta complexidade técnica realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT) permitiu a identificação de um corpo encontrado em avançado estado de decomposição no município de Diamantino. Através do cruzamento de impressões digitais, os peritos confirmaram a identidade de Paulo Cristian Leandro Barboza Braga, de 25 anos, natural de Iacri (SP), que estava desaparecido desde o dia 3 de abril.

O cadáver foi localizado no último dia 7 de maio, ocultado em uma região de reserva florestal de eucaliptos. Devido ao tempo de exposição aos elementos e ao estado do corpo, o reconhecimento visual era inviável, tornando a perícia papiloscópica a via principal para a identificação oficial.

A Ciência contra a Decomposição

Para viabilizar a coleta das digitais em um corpo enterrado há mais de 30 dias, a equipe da Politec aplicou técnicas especializadas de reidratação e recuperação de tecidos. Esse processo laboratorial é necessário para restaurar a textura da pele dos dedos, permitindo o decalque das papilas dérmicas mesmo em condições extremas.

O procedimento, realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Diamantino, levou cerca de 48 horas de dedicação técnica. O trabalho foi conduzido pela papiloscopista Isabela Mendes Pacheco Narita (unidade de Nova Mutum), com o suporte do papiloscopista Osmair de Gois (unidade de Lucas do Rio Verde).

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