Diamantino
Diamantino recebeu R$ 927 milhões em investimentos do Governo de MT

Asfalto, ponte de concreto e escola estadual nova. Essas são algumas das obras realizadas pelo Governo de Mato Grosso em Diamantino (a 183 km de Cuiabá) nos últimos sete anos. No total, R$ 927 milhões foram investidos no município, com ações em todas as áreas.
Na infraestrutura, por exemplo, o município teve obras de asfalto novo na rodovia MT-240, de restauração do asfalto nas rodovias MT-240 e MT-235. Também houve a construção da ponte de concreto sobre o Rio Águas Verde, com 30,50 metros de extensão, na MT-160.
Outras duas áreas que receberam investimentos foram a Saúde e a Educação. Foram feitos 906 exames de alta complexidade e 40 cirurgias eletivas com recursos estaduais no município. Na Educação, Diamantino passou a ter mais uma unidade escolar, com a construção da Escola Estadual Décio Luiz Furigo. O Governo também reformou, ampliou e modernizou a Escola Estadual Plácido de Castro.
A população em situação de vulnerabilidade social de Diamantino recebeu ações do programa SER Família, que levou 11.680 cestas básicas pela vertente SER Família Solidário. Também foram entregues 3.617 cobertores pelo SER Família Aconchego. Além disso, foram investidos R$ 331,8 mil na qualificação profissional de trabalhadores pelo SER Família Capacita.
Diamantino
Politec identifica corpo de Paulo encontrado em reserva de eucaliptos em Diamantino

Um trabalho de alta complexidade técnica realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT) permitiu a identificação de um corpo encontrado em avançado estado de decomposição no município de Diamantino. Através do cruzamento de impressões digitais, os peritos confirmaram a identidade de Paulo Cristian Leandro Barboza Braga, de 25 anos, natural de Iacri (SP), que estava desaparecido desde o dia 3 de abril.
O cadáver foi localizado no último dia 7 de maio, ocultado em uma região de reserva florestal de eucaliptos. Devido ao tempo de exposição aos elementos e ao estado do corpo, o reconhecimento visual era inviável, tornando a perícia papiloscópica a via principal para a identificação oficial.
A Ciência contra a Decomposição
Para viabilizar a coleta das digitais em um corpo enterrado há mais de 30 dias, a equipe da Politec aplicou técnicas especializadas de reidratação e recuperação de tecidos. Esse processo laboratorial é necessário para restaurar a textura da pele dos dedos, permitindo o decalque das papilas dérmicas mesmo em condições extremas.
O procedimento, realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Diamantino, levou cerca de 48 horas de dedicação técnica. O trabalho foi conduzido pela papiloscopista Isabela Mendes Pacheco Narita (unidade de Nova Mutum), com o suporte do papiloscopista Osmair de Gois (unidade de Lucas do Rio Verde).
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