Agro Notícias
SLC se consagra como Rei do Agro Brasileiro com 672.000 ha

A história da SLC, maior produtora de grãos do Brasil, está conectada ao desenvolvimento do agronegócio no país. Em 1977, quando nasceu a SLC Agrícola, braço operacional do grupo Schneider, Logemann & Cia, até então focado em máquinas agrícolas, o Brasil produziu 46 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. De lá para cá, a produção agrícola brasileira cresceu mais de seis vezes: a estimativa para 2023 é de um recorde de 313 milhões de toneladas. Um trabalho de tecnologia, eficiência e profissionalização no campo, com aumento de mais de 400% na produtividade.

Conheça o Ciclo de Produção da SLC O ciclo de produção se inicia no planejamento estratégico com base no cenário nacional e internacional de commodities agrícolas atuais e futuras. As definições estratégicas norteiam a elaboração do planejamento agrícola de cada ano, no qual são definidos todos os insumos necessários para a safra, dentro das peculiaridades de cada cultura. Após a aquisição e entrega dos insumos nas Fazendas, inicia-se a execução das operações agrícolas, como o preparo do solo, a semeadura, adubação, controle de pragas, doenças, plantas daninhas e colheita.

A SLC tem o sonho grande de “impactar positivamente gerações futuras, sendo líder mundial em eficiência no negócio agrícola e respeito ao planeta”. “Estamos trabalhando para ser referência no nosso negócio e ser líder mundial no negócio agrícola com alta produtividade, baixo custo de produção e alta eficiência de recursos naturais”, afirma Aurélio Pavinato, CEO da SLC Agrícola. “E com respeito ao planeta, totalmente conectado com a sustentabilidade dentro do tripé econômico, social e ambiental.”

Fazenda Parnaguá – Santa Filomena (PI) Fazenda Paiaguás – Diamantino (MT) Fazenda Paladino – São Desidério (BA) Fazenda Palmares – Barreiras (BA) Fazenda Pamplona – Cristalina (GO) Fazenda Pamplona – Unaí (MG) Fazenda Parnaíba – Tasso Fragoso (MA) Fazenda Panorama – Correntina (BA) Fazenda Perdizes – Porto dos Gaúchos (MT) Fazenda Parceiro – Formosa do Rio Preto (BA) Fazenda Pioneira – Querência (MT) Fazenda Piratini – Jaborandi (BA) Fazenda Planalto – Costa Rica (MS) Fazenda Planeste – Balsas (MA) Fazenda Planorte – Sapezal (MT) Fazenda Pantanal – Chapadão do Sul (MS) Fazenda Palmeira – Tasso Fragoso (MA) Fazenda Pampeira – Campo Novo do Parecis (MT) Fazenda Piracema – Diamantino (MT) Fazenda Pirapora – Santa Rita do Trivelato (MT) Fazenda Próspera – Tabaporã, Nova Canaã do Norte e Itaúba (MT) Fazenda Pejuçara – São José do Rio Claro e Diamantino (MT) Fazenda Paysandu – Correntina (BA) Fazenda Paineira (ARRENDADA) -Monte Alegre do Piauí (PI)

Fonte: Escrito por Compre Rural Notícias
Agro Notícias
Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.
A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.
O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.
Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.
Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.
Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.
No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.
O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.
“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.
Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.
“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.
Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima
Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.
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