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JBS afirma que juiz exagerou e que está sendo constrangida sem direito a defesa

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Grupo JBS de frigoríficos afirma que o juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior exagerou ao bloquear os bens da empresa e determinar a quebra do sigilo fiscal devido à denúncia do Ministério Público de um crime financeiro, o qual pode ter lesado os cofres de Mato Grosso em mais de R$ 73 milhões.

“Acreditamos que houve um exagero por parte do juiz em conceder a liminar. Existe um auto de infração em andamento e o prazo para que a companhia se defenda sequer chegou ao fim.

Diante disso, a JBS está sendo constrangida e ilegalmente privada de seus bens sem ter, ainda sequer, exercido seu Constitucional direito de ampla defesa, com todos os recursos garantidos no Estado de Direito”, afirma Francisco de Assis e Silva, advogado da JBS, em trecho de nota à imprensa disparada pela assessoria do Grupo, na tarde desta quarta-feira (22/10).

Além da JBS, o juiz Bertolucci autorizou o bloqueio das contas bancárias e aplicações financeiras do governador do Estado, Silval da Cunha Barbosa (PMDB), dos secretários de Fazenda Marcel Souza de Cursi e da Casa Civil, Pedro Jamil Nadaf, além do diretor do MT PAR Edmilson José dos Santos, do economista Valdir Aparecido Boni.

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Todos estariam envolvidos em uma suposta concessão de créditos tributários fictícios para o grupo JBS. O Governo teria editado um decreto direcionado ao perfil da empresa com o objetivo de conceder incentivos fiscais ilegais, na ordem de R$ R$ 73.563,484,77.

Confira abaixo a nota da JBS na íntegra:

São Paulo, 22 de outubro de 2014 – A JBS esclarece que ainda não foi citada pela Justiça de Mato Grosso a respeito da decisão liminar concedida pelo juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, acatando uma solicitação do Ministério Público estadual. A companhia tomou conhecimento dos fatos por meio da imprensa e informa que tomará todas as medidas cabíveis para exercer seu pleno direito de defesa.

“Acreditamos que houve um exagero por parte do juiz em conceder a liminar. Existe um auto de infração em andamento e o prazo para que a companhia se defenda sequer chegou ao fim. Diante disso, a JBS está sendo constrangida e ilegalmente privada de seus bens sem ter, ainda sequer, exercido seu Constitucional direito de ampla defesa, com todos os recursos garantidos no Estado de Direito”, afirma Francisco de Assis e Silva, advogado da JBS.

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A JBS entende que o Ministério Público de Mato Grosso interpretou erroneamente o caso e que sua alegação necessita de revisão, e que isso será feito dentro dos limites do devido processo legal. De qualquer forma, a companhia acredita que conseguirá esclarecer todos os pontos em questão e que sairá vitoriosa ao final do processo, porque seu direito é legitimo.

O Divisor

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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