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Com salário atrasado, trabalhadores paralisam obra da Salgadeira em MT
Com os salários atrasados, os trabalhadores que executam a obra de revitalização do Complexo Turístico da Salgadeira, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, a 65 km da capital, decidiram paralisar o serviço até que seja efetuado o pagamento. Eles fizeram um protesto nesta segunda-feira (24) junto com outros operários que foram demitidos, mas não receberam verba rescisória, em frente à sede da empresa responsável pela obra.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Mato Grosso, Joaquim Dias Santana, disse que os manifestantes estão há quase dois meses sem receber salário e que cerca de 15 que foram demitidos não receberam valores referentes à rescisão contratual.
O custo estimado da obra é de R$ 6,3 milhões.
O sindicalista contou que a categoria tenta negociar com a construtora Farol Empreendimentos e Participações S/A, que faz parte do Consórcio Salgadeira, composto por uma mais uma empresa, a Ypenge Projetos Florestais e Ambientais. “Tivemos uma reunião com a empresa hoje, mas eles só querem pagar parte dos trabalhadores, porque de R$ 70 mil da folha de outubro só tem R$ 50 mil. Então, decidimos pela paralisação até terça-feira [2], prazo que eles pediram para fazer o pagamento integral”, explicou.
Cerca de 20 trabalhadores deixaram o trabalho e foram até a sede da empresa, que fica no Bairro Quilombo, na capital. Na semana passada, eles já tinham feito paralisação dos serviços durante um dia contra o atraso no pagamento de salário.
Além do atraso referente ao salário de outubro, Santana afirmou que a empresa propôs pagar o salário de novembro no dia 20 de dezembro, o que não agradou os trabalhadores. “Nem tocaram no assunto sobre o pagamento do 13º salário”, pontuou.
Construção
A obra de revitalização começou em janeiro deste ano. O prazo para a finalização da obra da Salgadeira era de oito meses, mas a intenção do governo era abrir o espaço para visitação durante a Copa do Mundo, o que não foi possível. O Complexo Turístico é um dos principais pontos turísticos do estado e foi interditado por uma decisão judicial em 2010, por conta da degradação ambiental.
G1 MT
Cidades
“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).
O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.
A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).
ONDE FICA?
O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.






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