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Alga produzida em Diamantino pode ajudar o corpo combater o Covid-19

Somado aos cuidados orientados pelas entidades governamentais e órgãos oficiais de saúde para prevenção ao contágio do Coronavírus – Covid 19, pesquisas apontam que o fortalecimento da imunidade pode ajudar a prevenir ou até mesmo a minimizar os efeitos de doenças respiratórias como a causada por este tipo de vírus. A prática de atividades físicas, o consumo de alguns alimentos e o uso de superalimentos como a spirulina estão entre as indicações dos pesquisadores para fortalecer o sistema imunológico.

Composta a partir de cianobactérias, a spirulina tem entre seus principais componentes a ficocianina, que, de acordo com diversas pesquisas científicas, exerce atividade modulatória do sistema imune. A spirulina passou a ser produzida em grande escala no Brasi pela empresa mato-grossense de tecnologia nutricional Spigreen, em meados de 2019. Por sete anos, a empresa atuou no desenvolvimento de novas técnicas de cultivo e coleta da cianobactéria.

“Consumir spirulina reforça a imunidade. Esta é a conclusão principal de praticamente todas as pesquisas até agora realizadas. Vários estudos demonstraram a capacidade da spirulina em multiplicar e ativar os macrófagos (células de defesa). Além disso, ela induz a produção de anticorpos e ativa igualmente os leucócitos”, explicou o professor e PhD, referência mundial em spirulina, Fernando Borja. Ainda segundo ele, as pesquisas referendam, portanto, a spirulina como um agente imunomodulador, ativando o sistema imunológico e assim reforçando sobremaneira o corpo a se manter saudável.

Ainda segundo Borja, um estudo publicado em 12 de fevereiro de 2020 por uma equipe de cientistas americana, cita o efeito do consumo de spirulina na imunidade e consequente na prevenção de doenças como a Influenza e o Coronavírus, destacando que este efeito tem ligação principalmente pela presença da ficocianina no composto. “Este pigmento azul natural característico da spirulina apresenta propriedades medicinais comprovadas e agora aparece como um aliado na prevenção desta pandemia”, complementou.

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A doutora em Biotecnologia e Biociências pela Universidade de Santa Catarina e consultora científica da Spigreen, Greicy Malaquias, reforça que é a ficocianina a responsável por estimular o sistema imune, permitindo um aumento da resistência do organismo a doenças infecciosas e reduzindo a ocorrência de alergias. “Além disso estudos mostram que o consumo regular de spirulina proporciona uma melhora geral da condição de saúde de idosos e de indivíduos HIV positivos”, disse.

Outros benefícios

A spirulina é rica em proteínas, aminoácidos, ferro, zinco e vitaminas A, B, D e E. Além disso, pesquisas indicam sua efetividade no emagrecimento, ganho de massa muscular, redução de inflamações e melhora no controle da glicemia, colesterol e triglicerídeos. Por essa razão, está entre os alimentos utilizados pela NASA em missões espaciais.

Produção em grande escala

A Spigreen já é a maior fabricante de spirulina em grande escala na América Latina, e espera chegar ao topo da produção mundial em cinco anos. Entre os diferenciais da empresa estão a estrutura e a alta tecnologia empregados no cultivo e produção e a oferta de itens exclusivos feito com spirulina pura, integral e orgânica e sem nenhuma extração de pigmentos.

O foco da empresa é a produção do bioativo voltado para a alimentação, o que exigiu o desenvolvimento de processos que mantivessem a sanidade e as propriedades nutricionais do produto. “Buscamos variedades que garantissem melhor valor nutricional, e também maior produtividade. A Spirulina é cultivada em tanques, com total controle nutricional por meio de suplementação de diversos sais minerais, e do ambiente (variações de oxigênio, gás carbônico, temperatura). A coleta envolve processo cuidadoso de filtração e desidratação, que garantem a sanidade e evitam a perda de seus nutrientes e benefícios, se mantendo em sua forma pura e completa”, explica o vice-presidente da empresa Matheus Morais.

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Onde encontrar produtos à base de spirulina

De acordo com o diretor executivo da Spigreen, Ernani Braga, além de proporcionar diversos benefícios para a saúde, a Spigreen se apresenta como uma oportunidade para as pessoas empreenderem e conquistarem renda extra. A empresa proporciona que os distribuidores revendam produtos e construam seu próprio negócio ao constituir e apoiar um time de empreendedores. O treinamento dos distribuidores é realizado via aulas online, reuniões presenciais e convenções, com capacitação nas áreas de vendas, pessoas e informações sobre o portfólio de produtos. Para mais informações sobre como consumir produtos ou começar a empreender com a marca, é possível acessar as redes sociais, site e canal do YouTube.

Sobre a Spigreen

A Spigreen é uma empresa nacional focada na produção, desenvolvimento e comercialização de spirulina, cianobactéria, popularmente conhecida como alga, que atua de maneira bioativa com alto valor nutricional agregado. Por meio da tecnologia, pesquisa e inovação, busca a transformação da qualidade de vida de seus consumidores e distribuidores através da produção de spirulina Integral, pura e mantendo a ficocianina. A empresa é líder na produção de spirulina na América Latina e investe há sete anos em processos de cultivo e controle de qualidade próprios, desenvolvidos em sua fazenda na cidade de Diamantino (MT). Para mais informações, acesse: spigreen.com.br/

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Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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