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Culinária

Roteiro da Carne transforma MT em destino gastronômico da proteína bovina

Roteiro da Carne apresenta receitas exclusivas que destacam a versatilidade e o sabor da proteína bovina mato-grossense.

Dez chefs e dez sabores inovadores. Cuiabá e Várzea Grande recebem, até 31 de outubro, um circuito gastronômico inédito que coloca Mato Grosso no mapa do turismo da carne. Com pratos a partir de R$ 59,90, o Roteiro da Carne apresenta receitas exclusivas que destacam a versatilidade e o sabor da proteína bovina mato-grossense.

Com inspirações da culinária mundial, o evento integra o Mês da Carne, promovido pelo Instituto Mato-grossense da Carne (Imac). A iniciativa tem como objetivo aproximar o público urbano do campo, mostrando que, por trás de cada prato, existe uma cadeia produtiva moderna, sustentável e reconhecida internacionalmente pela qualidade.

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Com referências da gastronomia italiana, o chef Cleber Costa, do restaurante Due Ladroni, escolheu um corte exclusivamente mato-grossense, o MT Steak, para compor seu prato no Roteiro da Carne.

“Eu experimentei a carne, achei muito gostosa e pensei que ela precisava de um saborzinho de ervas. Então a gente montou com um nhoque com molho de grana padano para acompanhar e ficou bem gostoso”, explica Costa.

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Para o empresário e consultor da Due Ladroni, Afonso Salgueiro Filho, em pouco mais de uma semana o prato já caiu no gosto popular e tem encantado até mesmo os paladares mais exigentes.

“Estamos vendendo bem, teve uma boa aceitação o prato e o preço também é um atrativo. Estão elogiando muito, gostando bastante. A carne que mais vende em Mato Grosso é a bovina e queremos incentivar ainda mais”, avalia Afonso.

No Varadero, o chef Mauro Daniel também se inspirou no MT Steak para sua criação. “Colocamos uma cinta de bacon em cada medalhão para acrescentar mais sabor ao MT Steak, que é um corte magro. A cama de mousseline de banana confere um agridoce ao prato e o arroz Varadero que acompanha o prato já é um sucesso de público no restaurante”, descreve o empresário Eliseu Batista de Freitas.

Para o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Mato Grosso (Abrasel-MT), Daniel Teixeira, iniciativas como o Roteiro da Carne são fundamentais para valorizar a gastronomia regional.

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“Esse projeto faz com que a nossa culinária chame a atenção tanto do turista quanto do pessoal daqui. As pessoas acabam saindo de casa pela curiosidade de ver algo novo. Precisamos desses eventos para divulgar Mato Grosso para o resto do Brasil”, enfatiza Teixeira.

“O Roteiro da Carne é mais do que um festival gastronômico, é uma homenagem à carne de Mato Grosso e a toda a cadeia que trabalha com dedicação para produzir um alimento de excelência. Queremos mostrar que a nossa carne é sustentável e carrega o sabor do nosso estado. Ao reunir dez chefs em torno desse desafio, estamos conectando o campo à mesa e mostrando que a pecuária mato-grossense também é cultura, criatividade e identidade”, afirma Paula Sodré Queiroz, diretora-executiva do Imac.

Também participam do Roteiro da Carne os restaurantes Baronês, Canto Cozinha e Conforto, Casarão 154, Mahalo, Meats,Talavera, Toroari, Varedero. Nessa rota gastronômica, os clientes terão direito um “passaporte” onde a cada cinco pratos da promoção consumidos, os participantes ganham um prato decorativo.

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Culinária

Ovo cru: ‘Egg coffee’ conquista fãs, mas preocupa especialistas

Com aparência sofisticada e textura cremosa, o chamado “egg coffee”, ou café com ovo, vem conquistando espaço nas redes sociais e despertando curiosidade entre amantes de café ao redor do mundo. A bebida, porém, também acendeu um alerta entre especialistas em segurança alimentar por causa do uso de gema crua em parte das receitas.

Criado no Vietnã na década de 1940, o café com ovo combina café forte com um creme preparado à base de gema batida, leite condensado e açúcar. O resultado é uma bebida espumosa, doce e com consistência semelhante à de sobremesas servidas em cafeterias artesanais.

Apesar da popularidade crescente, especialistas ouvidos pela revista People chamaram atenção para os riscos relacionados ao consumo de ovos crus ou mal aquecidos.

Segundo os especialistas, a utilização da gema sem cozimento adequado pode aumentar o risco de contaminação por Salmonella, bactéria associada a intoxicações alimentares que podem causar febre, vômitos, diarreia e dores abdominais.

Outro ponto destacado envolve o valor nutricional da bebida. Dependendo da receita, o café pode apresentar altos índices de açúcar e gordura saturada devido ao uso de leite condensado e gemas de ovo.

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Os especialistas recomendam atenção principalmente para grupos considerados mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

Mesmo com os alertas, o egg coffee continua atraindo consumidores pelo sabor intenso e pela experiência diferente em relação ao café tradicional.

A versão mais popular da receita utiliza café recém-passado, gema de ovo, leite condensado e açúcar. Após bater os ingredientes até formar um creme espesso e claro, a mistura é colocada sobre o café quente.

Para reduzir riscos, especialistas recomendam utilizar ovos pasteurizados ou aquecer o creme em banho-maria antes do consumo.

Além da receita tradicional vietnamita, também existem adaptações feitas com leite vegetal, creme batido e até aquafaba — líquido do grão-de-bico — para substituir o ovo cru e manter a textura cremosa da bebida.

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