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Culinária

Prato tradicional nos EUA, ‘Seafood boil’, ganha delivery em Cuiabá e vende 900 caranguejos em 5 dias

O “seafood boil”, prato originário do sul dos Estados Unidos que viralizou por ser servido em sacola plástica e comido com as mãos, chegou a Cuiabá e registrou um recorde de mais de 200 pedidos em apenas cinco dias de operação. A demanda esgotou o estoque semanal e impulsionou a venda de aproximadamente 900 caranguejos, volume equivalente ao consumo mensal do produto na loja.

O “seafood boil”, prato tradicional do sul dos Estados Unidos, se tornou a mais nova sensação gastronômica em Cuiabá. O delivery foi inaugurado pelo restaurante Dona Fresca e, em apenas cinco dias no final de outubro, contabilizou mais de 200 pedidos, vendendo cerca de 900 caranguejos.

O sucesso imediato superou as expectativas, esgotando o estoque planejado para uma semana em apenas um dia, segundo o chef Luís Paulo Pedrisch, de 26 anos, responsável pela cozinha.

O Segredo da Sacola e o “Umami”
O prato viralizou globalmente em plataformas como TikTok e Instagram, principalmente pela forma inusitada como é servido: dentro de uma sacola plástica. Influenciadores mostram os frutos do mar sendo despejados e banhados por um molho grosso, feito com manteiga, e comidos diretamente com as mãos (o chef oferece luvas e babador personalizados).

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Luís Paulo explica que o sabor é construído usando o “umami”, o quinto sabor básico: “Fazemos todo o processo de escaldar os frutos do mar, usamos do umami, que é esse sabor forte que eles têm normalmente, para terminar a cocção junto com o molho. Engrossamos o molho para ele ficar quase pastoso, justamente pela manteiga.”

Logística e o Fator Cuiabá
O chef acredita que a logística de fornecimento de frutos do mar é um dos motivos pelo qual o prato, apesar de viralizado, demorou a chegar a Cuiabá.

“Estamos no Centro Geodésico, o ponto mais longe do mar possível, então isso torna o fornecimento muito difícil. Se nosso restaurante não fosse parte da Dona Fresca, jamais conseguiríamos nos atender.”

A alta demanda da primeira semana exigiu quatro cargas aéreas do litoral para Mato Grosso. Apesar do clima quente de Cuiabá, o prato está fazendo sucesso, sendo muito pedido no horário do almoço.

O delivery é a primeira fase de um projeto maior do chef na Dona Fresca, que busca explorar a curiosidade do público com pratos diferenciados.

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Fonte Olhar Conceito

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Culinária

Ovo cru: ‘Egg coffee’ conquista fãs, mas preocupa especialistas

Com aparência sofisticada e textura cremosa, o chamado “egg coffee”, ou café com ovo, vem conquistando espaço nas redes sociais e despertando curiosidade entre amantes de café ao redor do mundo. A bebida, porém, também acendeu um alerta entre especialistas em segurança alimentar por causa do uso de gema crua em parte das receitas.

Criado no Vietnã na década de 1940, o café com ovo combina café forte com um creme preparado à base de gema batida, leite condensado e açúcar. O resultado é uma bebida espumosa, doce e com consistência semelhante à de sobremesas servidas em cafeterias artesanais.

Apesar da popularidade crescente, especialistas ouvidos pela revista People chamaram atenção para os riscos relacionados ao consumo de ovos crus ou mal aquecidos.

Segundo os especialistas, a utilização da gema sem cozimento adequado pode aumentar o risco de contaminação por Salmonella, bactéria associada a intoxicações alimentares que podem causar febre, vômitos, diarreia e dores abdominais.

Outro ponto destacado envolve o valor nutricional da bebida. Dependendo da receita, o café pode apresentar altos índices de açúcar e gordura saturada devido ao uso de leite condensado e gemas de ovo.

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Os especialistas recomendam atenção principalmente para grupos considerados mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

Mesmo com os alertas, o egg coffee continua atraindo consumidores pelo sabor intenso e pela experiência diferente em relação ao café tradicional.

A versão mais popular da receita utiliza café recém-passado, gema de ovo, leite condensado e açúcar. Após bater os ingredientes até formar um creme espesso e claro, a mistura é colocada sobre o café quente.

Para reduzir riscos, especialistas recomendam utilizar ovos pasteurizados ou aquecer o creme em banho-maria antes do consumo.

Além da receita tradicional vietnamita, também existem adaptações feitas com leite vegetal, creme batido e até aquafaba — líquido do grão-de-bico — para substituir o ovo cru e manter a textura cremosa da bebida.

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