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Clima

Temporais severos voltam ao RS e calor extremo persiste no Centro-Oeste

Previsão do tempo com temporais severos no Rio Grande do Sul, granizo, ventos acima de 90 km/h, chuva forte no Nordeste, onda de calor, baixa umidade e risco de queimadas. A terça-feira será marcada por extremos no Brasil: chuva intensa no Sul e calor persistente no interior.

No Centro-Oeste, a umidade relativa do ar pode cair para 12% a 20% em algumas áreas. A combinação entre calor intenso, vegetação ressecada e ar extremamente seco aumenta significativamente o risco de incêndios e queimadas.

A previsão para Cuiabá indica temperatura de 39°C entre o meio-dia e as 15h, com possibilidade de atingir 40°C por volta das 13h e 14h. O tempo deve permanecer ensolarado e sem previsão de chuva.

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Clima

Agosto será de calor acima da média e pouca chuva em Mato Grosso, aponta Inmet

O mês de agosto começa em Mato Grosso mantendo as características típicas da estação seca, mas com um agravante: a atuação de um bloqueio atmosférico que deve elevar ainda mais as temperaturas em grande parte do estado. As projeções atualizadas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicam chuva escassa na maior parte do território mato-grossense, com possibilidade de precipitações apenas em pequenas áreas do Pantanal e da região Noroeste.

O principal destaque da previsão é o calor acima da média histórica. Nas regiões Norte e Noroeste do estado, as temperaturas podem ficar até 2°C acima do esperado para o mês de agosto. Já nas demais regiões, os desvios devem variar em até 1,5°C, reforçando o cenário de tempo quente e seco.

No campo, a estiagem deve beneficiar a reta final da colheita do milho safrinha e do algodão. Com a ausência de chuvas, os produtores ganham uma janela favorável para o trabalho das máquinas, reduzindo interrupções nas operações e aumentando a eficiência da colheita.

Por outro lado, as condições climáticas exigirão maior atenção dos agricultores que cultivam feijão irrigado. A combinação de forte insolação, baixa umidade e temperaturas elevadas deve aumentar a demanda por irrigação, exigindo o funcionamento intenso dos pivôs e elevando os custos com energia elétrica e uso de água.

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Além dos impactos na produção agrícola, o tempo seco e o calor intenso acendem o alerta para o aumento do risco de incêndios florestais. Com a vegetação mais ressecada, cresce a preocupação dos órgãos ambientais com a propagação de focos de queimadas, especialmente em áreas de vegetação nativa, exigindo reforço nas ações de prevenção e fiscalização ao longo do mês.

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