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Cidades

Secretaria e parceiros lançam iniciativa para induzir empreendedorismo e inovação aos jovens

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e parceiros lançam a iniciativa Jovem Inovador (JOIN) como meta da popularização da ciência, nesta quinta-feira (30.03), às 14 horas, em Rondonópolis, no auditório da Diretoria Regional de Educação (DRE), estrutura da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).

O projeto foi desenvolvido com metodologia do Instituto IGEOS e o “hub” Colaborama. A ação é destinada aos estudantes das escolas plenas da rede pública estadual, e está alinhada com as novas diretrizes e normas para conteúdo curricular do chamado “Novo Ensino Médio”.

O JOIN tem a finalidade de fortalecer as competências dos alunos do ensino médio com trilhas de aprendizagem nos temas empreendedorismo e inovação.

A presidente do IGEOS e do Colaborama, Ângela Márcia de Souza, explica o objetivo da iniciativa: “A ideia do projeto Jovem Inovador é servir de apoio instrumental para professores e alunos na trilha de empreendedorismo e inovação para trabalhar nas escolas públicas a partir das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)”, afirma.

A superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação da Seciteci, Lecticia Figueiredo, diz que a importância de a secretaria apoiar e auxiliar no projeto é porque ele desperta o empreendedorismo nos estudantes e induzi a popularização da ciência.

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“O projeto JOIN é importante para despertar o espírito empreendedor nos jovens e alunos da educação básica, pois com ele é possível os estudantes participarem da trilha de capacitação e oficinas ofertadas. Toda a metodologia do IGEOS que esse jovem vai ter acesso permite a apropriação do conhecimento e gosto pelos estudantes da ideia de empreendedorismo e inovação”, propõe.

Semanas de imersão

O método do projeto está estruturado em oi semanas de imersão no tema dos estudantes das escolas plenas de Rondonópolis e região. A ação inclui oficinas com acolhida e conceitos essenciais, perfil empreendedor, modelagem, validação, prototipagem, bancas “pitch” e outros conhecimentos.

A integração da metodologia às diretrizes da BNCC e Novo Ensino Médio foi realizada por professores e técnicos do Colaborama, junto com a Diretoria Regional de Educação (DRE/Seduc-MT).

O projeto JOIN de empreendedorismo jovem tem na sua execução emenda parlamentar do deputado estadual Thiago Silva. Há, entretanto, outras parcerias, como empresas, instituições e órgãos públicos.

Sobre o IGEOS e Colaborama

O Instituto Tecnológico de Gestão Estratégica e Organização Social (IGEOS) atua em Rondonópolis com parcerias para inovação e incentivo a empreendedores, no setor público e privado.

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O projeto JOIN foi idealizado pelo instituto e desenvolvido pela sua unidade de atuação, o Laboratório de Inovação, Tecnologia e Gestão (Colaborama). O IGEOS atua há 20 anos no mercado.

Unidade de trabalho do IGEOS, o Colaborama foi criado em setembro de 2019 e funciona como modelo de “hub” de inovação e pretende se consolidar como polo de desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador para o Centro-Oeste.

Fonte: Governo MT – MT

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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