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Parceria entre Governo e Fase vai gerar economia de R$ 100 mil ao ano para o Indea de Rondonópolis


A presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), Emanuele Almeida, e o diretor administrativo Luiz Gustavo Tarraf, vistoriaram a obra de reforma da Unidade Regional de Supervisão (URS) de Rondonópolis nesta quinta-feira (27). A atual unidade funciona em um prédio locado, mas passará a funcionar em espaço próprio para atender ao eixo Eficiência Pública, do Programa Mais MT, que visa reduzir os gastos com alugueis de prédios públicos.

O imóvel foi cedido ao Indea pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e a reforma é custeada com recursos do Fundo Mato-grossense de Apoio a Cultura da Semente (Fase), com valor estimado é de R$ 1,2 milhão. Após a conclusão da obra, prevista para ser entregue até maio, o Indea deve economizar cerca de R$ 8,5 mil mensais com aluguel.  

“Estamos otimizando os recursos conforme a meta Aluguel Zero do Programa Mais MT e, por meio de parcerias, até o fim do ano vamos sair do aluguel em cidades como Juína, Alto Araguaia, Colniza, Rondonópolis, Sinop, Matupá e Peixoto”, argumentou a presidente do Indea.

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Por meio da parceria pública privada, o Indea apresentou projetos e existem outras obras sendo tocadas a custo zero para o Estado com recursos de fundos. Em Sinop, a prefeitura doou o terreno e a construção do prédio será, também, com recursos do Fase. Já a obra de reforma da URS de Juína está sendo custeada pelo Fundo Emergencial de Saúde Animal (Fesa).

Fonte: GOV MT

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Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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