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Cidades

Multidão acompanha cortejo fúnebre de ex-prefeito e esposa

Velório foi aberto ao público e aconteceu no salão paroquial da Igreja Matriz
Foto: Reprodução

Uma multidão acompanhou o cortejo fúnebre dos corpos do ex-prefeito de Diamantino, Eduardo Capistrano (PDT), de 39 anos, e da esposa dele, Suzana Dalmolin, de 35, na tarde de segunda-feira (4).

Os dois morreram no domingo pela manhã (3) em um acidente de moto no Município de Nova Alvorada do Sul (MS).
O velório foi aberto ao público e aconteceu no salão paroquial da Igreja Matriz, no Município.
Uma cerimônia reservada apenas aos familiares do casal também foi realizada na funerária Pax Bom Jesus.
Os comércios de Diamantino ficaram fechados durante o dia.
Após o velório, os corpos de Eduardo e Suzana seguiram em um caminhão do Corpo de Bombeiros para o cemitério.
O veículo também foi seguido pela multidão que acompanhava a cerimônia fúnebre.
O casal deixou três filhos, de sete, quatro e três anos.
Viagem com motociclistas 

Eduardo e Suzana saíram de Diamantino com onze casais de motociclistas integrantes do Moto Clube Rota 364 para fazer a excursão até o Paraná.

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Animada, ela chegou a compartilhar nas redes sociais os últimos momentos do casal.

Ao MidiaNews, o vereador Edimilson Freitas (PSDB), a batida ocorreu durante uma tentativa de ultrapassagem de Eduardo e um dos colegas. O ex-prefeito e a esposa estavam atrás do motociclista quando ambos abriram caminho para outra pista.

No entanto, o condutor que seguia na frente freou ao ver a carreta vindo na pista contrária. Sem perceber a redução de velocidade do colega, Eduardo acabou colidindo com o baú da moto da frente e perdeu o controle.

O casal morreu na hora da colisão.

Veja o vídeo:

Fonte: MidiaNews

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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