Cidades
Mato Grosso salta dez posições no ranking do Sistema Nacional de Cultura; de 15° para 5° lugar
Mato Grosso passou da 15ª para a 5° posição no ranking do Sistema Nacional de Cultura. Em fevereiro de 2021, 66 municípios mato-grossenses figuravam no cadastro do SNC. Nove meses depois, em novembro, o Estado já incluía 102 de seus 141 municípios cadastrados no processo de gestão e promoção das políticas públicas de cultura. Esses municípios estão aptos a receber recursos do Fundo Nacional de Cultura.
“Um marco, em menos de um ano são 36 municípios a mais com o CPF da Cultura. Os números comprovam que a qualificação desenvolvida pela Coordenação de Sistema Estadual de Cultura, da Superintendência de Políticas Culturais da Secel-MT, capitaneada pela superintendente Cinthia Mattos, em parceria com a Ação Cultural foi a responsável pela mudança do cenário de organização dos municípios mato-grossenses, no que diz respeito as suas políticas públicas de cultura. A meta é seguir forte com a capacitação para gestores e, em breve, chegarmos ao 1º lugar no ranking nacional, incluindo os 141 municípios de Mato Grosso”, destaca o secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, Beto Dois a Um.
Organizados com Conselho, Plano e Fundo, o CPF da Cultura, gestores podem garantir à população o pleno exercício dos direitos culturais.
“Agora, boa parte dos municípios de Mato Grosso podem investir em políticas públicas de cultura. Cidades que antes não sabiam a importância do Plano Municipal de Cultura, ou que não sabiam como funciona o fundo de cultura, hoje estão muito mais articuladas e poderão acessar recursos com muito mais facilidade”, explica Beto Dois a Um.
O Artigo 56 da Lei Estadual nº 10.362, de janeiro de 2016, dispõe sobre a criação do Sistema Estadual de Cultura de Mato Grosso. A lei determina que o Governo do Estado implemente o Programa Estadual de Formação na Área da Cultura, realizando ações de capacitação e suporte aos municípios mato-grossenses, auxiliando os gestores a melhorarem sua capacidade técnica na implementação de políticas culturais.
Diante do desafio, o secretário Beto Dois a Um, ao assumir a Secel-MT, no final de 2020, desenvolveu em parceria com Ação Cultural, o curso de Gestão Pública da Cultura que visa qualificar gestores e servidores que atuem em órgãos públicos da cultura em Mato Grosso, estendendo-se a conselheiros de políticas culturais, parlamentares e assessores.
Assim, de julho de 2021 até 15 de março de 2022, a Secel-MT coloca em prática o plano de habilitar agentes da cultura, gestores e parlamentares, realizando ações de capacitação e suporte aos municípios, auxiliando os gestores a melhorarem sua capacidade técnica na implementação de políticas culturais.
O trabalho está sendo realizado com 437 inscritos de 130 municípios de Mato Grosso, por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, capacitando na construção de projetos, prestação de contas, como executar ações e incentiva na criação do CPF da Cultura.
“Mato Grosso avançou muito em pouco tempo. O Plano Municipal de Cultura, a propósito, é o que organiza toda a vida cultural de um município, um planejamento para dez anos. E esses municípios que estavam sem regularização para estabelecer suas políticas públicas agora conseguirão investir melhor o recurso público. Então, não apenas o Governo de Mato Grosso está bem organizado como também as prefeituras. O Governo Federal atualiza o ranking de três em três meses, assim, até o final de março, Mato Grosso estará ainda melhor colocado”, garante o secretário.

Conselhos, Planos e Fundos Municipais de Políticas Culturais bem estruturados são essenciais para a integração das políticas públicas do Estado com seus municípios. O Sistema Nacional de Cultura determina que para que um ente federado, seja de estado ou município, esteja regularizado com políticas públicas de cultura, é preciso estar regularizado junto ao Governo Federal por meio de um Sistema Nacional de Cultura.
Cidades
“Beatificação do padre Nazareno torna região Oeste de MT referência religiosa no país”, afirma governador

O governador Otaviano Pivetta afirmou que a beatificação do padre Nazareno Lanciotti projeta Jauru e a região Oeste de Mato Grosso para o país, transformando o município em uma referência para o turismo religioso.
Otaviano participou, neste sábado (13.6), da cerimônia de beatificação realizada em Jauru. O evento reuniu milhares de fiéis, peregrinos e caravanas de diversas regiões do Brasil e da Itália.
“Mato Grosso ganha com esse reconhecimento. A região ganha e Jauru passa a ter uma referência importante para o país. É uma alegria ver esse acontecimento histórico acontecer em Mato Grosso”, afirmou.
Segundo o governador, além do significado para a comunidade católica, a beatificação também contribui para ampliar a visibilidade da região Oeste.
“A região tem vocação para isso. É uma região muito bonita, cheia de belezas naturais, próxima ao Pantanal. Tem vocação para o turismo e, por que não, para o turismo religioso. Isso vai depender muito dos interesses locais e da dedicação da própria região, mas o Estado tem interesse em apoiar as iniciativas dos municípios e de todas as igrejas, de modo geral”, destacou.
Para Otaviano Pivetta, a beatificação reconhece a trajetória de um religioso que dedicou a vida ao atendimento da população e deixou um legado que permanece vivo na região.
“É o reconhecimento de um mártir da Igreja Católica, de alguém que doou a própria vida para fazer o bem. Para nós, cristãos, é um momento muito importante. A Igreja tem critérios rigorosos para conceder esse reconhecimento e, para mim, é uma alegria e uma feliz coincidência que esse acontecimento histórico esteja acontecendo durante o meu mandato”, ressaltou o governador.
Durante mais de três décadas de atuação em Jauru, padre Nazareno se dedicou ao trabalho pastoral e a ações voltadas ao atendimento da população, tornando-se uma das principais referências religiosas da região.
Padre Nazareno Lanciotti
Nascido na Itália, padre Nazareno Lanciotti chegou ao Brasil na década de 1970 e se estabeleceu em Jauru, onde atuou por mais de 30 anos. Ao longo desse período, desenvolveu ações religiosas, sociais e comunitárias voltadas ao atendimento da população.
Em 2001, foi vítima de um atentado e morreu dias depois. O Vaticano reconheceu oficialmente seu martírio, abrindo caminho para a beatificação realizada neste sábado, em Jauru. A decisão o torna beato da Igreja Católica, etapa que antecede a canonização.
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