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Jogo eletrônico selecionado em edital da Secel está disponível para download

O jogo eletrônico Capítulo 1 já está disponível para download na plataforma digital Play Store. O projeto foi selecionado na categoria Educacional do edital Gaming Up, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O jogo oferece uma experiência verdadeiramente única, já que cada cenário é montado pelo jogador, tornando-o altamente reprodutível e nunca monótono.

O game foi criado por uma equipe de desenvolvedores de jogos eletrônicos de Mato Grosso, sob a liderança de Olivia Fernandes Boretti, facilitadora de inovação. Segundo Olivia, Capítulo 1 foi criado em resposta à necessidade de jogos que permitem aos jogadores expressar sua criatividade e imaginação.

“Com controle total sobre o enredo, personagens e ações, os jogadores podem criar histórias únicas e personalizadas. Cada vez que um jogador cria uma nova história, ela é diferente da anterior, oferecendo uma nova experiência emocionante. Isso significa que o jogo nunca fica entediante ou previsível, oferecendo aos jogadores infinitas possibilidades”, destaca Olivia.

Capítulo 1 tem como personagem principal Téo, um tuiuiú (ave-símbolo de Mato Grosso), que dá dicas para os jogadores, desde a escolha do cenário da história ao desenvolvimento da trama. O jogo é ideal para crianças entre 06 e 12 anos, pois incentiva a criatividade, imaginação e habilidades de escrita das crianças. O download do jogo tem um custo de R$ 9,99.

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Gaming Up

O edital Jogos Eletrônicos “Gaming Up” selecionou 10 projetos de desenvolvimento e produção de jogos eletrônicos com temas livres e educacionais. O valor investido é R$ 700 mil. O edital buscou desenvolvedores de jogos eletrônicos de Mato Grosso, com o objetivo de incentivar e promover a indústria local de jogos eletrônicos.

Fonte: Governo MT – MT

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Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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