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Cidades

Governo de MT apresenta programa Educa MT e reforça parceria com municípios

O Governo de Mato Grosso apresentou nesta terça-feira (16), no auditório Gervásio Leite, do Tribunal de Justiça (TJMT) o Programa Educa MT aos municípios do Estado. A iniciativa é formada por 12 políticas públicas que vão reforçar as ações educacionais e ajudar a promover o regime de colaboração entre Estado e municípios.

O vice-governador Otaviano Pivetta, que representou o Estado na ocasião, ressaltou a intenção da gestão em buscar as melhores ferramentas e ações em prol de uma educação que alcance os melhores índices do país. “Estamos determinados em levar a nossa educação a figurar entre as cinco melhores do Brasil. Evoluir essa relação com os municípios é importante para consolidarmos juntos a escola emancipadora que iniciamos em 2019”, explicou.

“Inauguramos um novo momento do regime de colaboração através dos vários projetos como o Alfabetiza MT, Mais Inglês e o Mais MT Muxirum. Mato Grosso larga na frente mais uma vez para dar o suporte adequado para os nossos municípios”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto. Ele enfatizou a abrangência do programa e a importância de continuar investindo maciçamente em educação pública inclusiva e de qualidade.

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O secretário também reafirmou o compromisso do governador Mauro Mendes em continuar investindo para garantir um ambiente mais moderno, tecnológico e com estrutura pedagógica ainda mais avançada nas escolas. “Queremos uma educação cada vez mais moderna e que continue preparando os jovens para o mundo contemporâneo”, completou.

A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, que esteve presente na solenidade, destacou a credibilidade do Programa Educa MT e acenou com a intenção de fortalecer as parcerias com o TJMT e com a Rede Estadual de Ensino. Segundo a magistrada, o Poder Judiciário também tem a intenção de entrar no campo das parcerias atuando junto dos municípios, reforçando o conjunto de ações e intensificando os resultados. “Juntos, teremos resultados ainda mais significativos”.

Também participaram da cerimônia de apresentação, o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Thiago Silva, outras autoridades ligadas ao segmento, além de secretários municipais de Educação. Durante o evento, os representantes puderam conhecer os detalhes e regras do Educa MT, e tiveram a oportunidade de sanar suas dúvidas.

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Educa MT

O programa, que possui políticas públicas em diferentes status educacionais, foi apresentado junto com os projetos mais recentes inseridos nas políticas, ou que ainda não haviam sido apresentados oficialmente aos municípios, como o Pacto pela Digitalização, Google for Education, a Recomposição da Aprendizagem, Educação Tecnológica, Material de Apoio Socioemocional e a Educação Socioambiental.

Fonte: Governo MT – MT

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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