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Empresa que venceu licitação apresenta proposta 10% menor que valor previsto


A Construtora e Incorporadora LTDA é a empresa que venceu a licitação e vai construir o Hospital Regional de Juína. A proposta apresentada é na ordem de R$ 106.728.180,30, cerca de 10% menor que a previsão feita pela equipe técnica da SES, que estimou o valor de R$ 119.000.000,00 para a construção do hospital. A assinatura da ordem de serviço para início da obra deve ocorrer nos próximos dias. 

“Esse hospital será maior e mais moderno do que qualquer um que esteja em funcionamento pela Rede Estadual de Saúde. Além disso, é importante destacar que praticamente todas as unidades de saúde do Estado passam por modernizações. Este é um Governo que colocou a saúde como prioridade e entende a necessidade de novos hospitais para preencher vazios assistenciais”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Novos Hospitais 

O Governo do Estado também irá iniciar em 2022 a construção de outros três novos Hospitais Regionais, como de Tangará da Serra, cuja licitação está em fase de habilitação. Seis empresas se interessaram e apresentaram propostas para a execução da obra durante sessão de concorrência pública realizada no dia 03 de março de 2022. A construção da unidade de saúde está estimada em R$ 117,2 milhões. 

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Conforme o setor de Obras SES, a documentação apresentada por cada uma das empresas será submetida ao processo de análise para saber se estão de acordo com os termos estabelecidos em Edital.

Após a análise, a Secretaria irá publicar em Diário Oficial o nome das empresas homologadas, ou seja, que atenderam aos critérios previstos em edital e concorrerão entre si para a construção do hospital. A empresa que apresentar o menor preço ganha a licitação.

Para a concorrência da construção do Hospital Regional do Araguaia, localizado em Confresa, a SES está analisando o recurso das três empresas habilitadas para a obra da unidade de saúde. O hospital está estimado em R$ 116,7 milhões.

A licitação para construção do Hospital Regional de Alta Floresta também está em fase de recurso das seis empresas habilitadas para concorrerem à obra. A construção da unidade de saúde está estimada em R$ 119 milhões e contará com aproximadamente 17 mil metros quadrados.

Novas estruturas

Os Hospitais Regionais contarão com 151 leitos cada, sendo 111 leitos de enfermaria e 40 UTIs, entre adultas, pediátricas, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento na média e alta complexidade.

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As unidades também vão ter 10 consultórios médicos, 2 consultórios para atendimento a gestantes, 6 salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

Fonte: GOV MT

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Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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