Cidades
Centro Estadual de Cidadania realizou mais de 37 mil atendimentos no primeiro trimestre de 2023
Entre os órgãos que prestam serviço no local estão: Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran); Procon Estadual; Secretaria de Fazenda (Sefaz); Sistema Nacional de Emprego (Sine Municipal e Estadual); Politec e Setasc.
A secretária interina da Setasc, Grasielle Bugalho, ressalta que o Centro Estadual de Cidadania sempre procura oferecer um atendimento de qualidade e que todos aqueles que precisam dos serviços no CEC podem procurar o shopping de Várzea Grande.
“O CEC está disponível e de portas abertas, oferecendo o maior número possível de serviços públicos concentrados em um só espaço. Principalmente, com o retorno da Politec oferecendo a emissão da nova carteira de identidade. Estamos primando pelo bom atendimento aos usuários que por ali passam”, afirma a secretária.
Entre os destaques do trimestre, os serviços do Detran-MT foram os mais solicitados, totalizando 21.032 mil atendimentos, como a abertura de processo e protocolo de entrega de CNH, captura de imagem, exame teórico, emissão de taxas, autenticação, dentre outros.![]()
Luiz Carlos Gonçalves dos Santos, morador de Cuiabá, procurou no CEC o atendimento do Detran-MT após receber indicações da auto escola devido a agilidade nos atendimentos.
“Eu vim pela indicação e agilidade no processo para agendar a minha prova de habilitação. Além disso, também achei o espaço muito bom com os serviços ofertados”, disse.
Já no Procon-MT foram realizados 564 atendimentos, prestando serviços como de abertura de processo de reclamação e orientações. Já a Secretaria de Fazenda realizou 2.309 mil atendimentos, entre presenciais e remotos, como informações tributárias e emissão de notas.
A procura pelos serviços do Sine-MT também teve número expressivo, somando mais de 3.100 mil atendimentos, dentre eles: captação de vagas de emprego, orientação para emissão de carteira de trabalho digital, intermediação de mão de obra e habilitação de seguro desemprego.![]()
Ederjamisson Oliveira, morador de Várzea Grande, elogiou o atendimento recebido e afirmou que o CEC ajuda a população ao concentrar os serviços em um só lugar.
“É muito bom porque são vários atendimentos que podemos fazer. O meu atendimento foi bem rápido e recomendo para todos. Agora que fiz a nova carteira de identidade, o próximo serviço que virei buscar é a minha segunda via da carteira da habilitação”, afirmou.
Após a retomada da parceria com a Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), em janeiro, já foram realizados 2.030 mil atendimentos com emissões e entregas da Carteira de Identidade Nacional (CIN). A Setasc ainda ofertou 8.596 mil atendimentos para tirar dúvidas e solicitar informações e orientações gerais.
O atendimento ao público no CEC ocorre das 10h às 18h, de segunda-feira a sexta-feira, conforme Portaria nº 160/2016/Setas. Para informações, podem entrar em contato pelo número (65) 3694-0503.
Fonte: Governo MT – MT
Cidades
Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.
Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.
De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.
A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.
Penalidades
Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.
O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Incentivo a atividades educativas
Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.
Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.
Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.
Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.
O que é “aura farming”?
O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.
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