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Assistência Social e prefeito Maninho realizam doação de 450 cestas básicas em Colíder

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Foi realizada hoje, em Colíder, a entrega de 450 cestas básicas para as famílias em estado de vulnerabilidade social em razão da pandemia.

O prefeito Maninho e a secretária de Assistência Social Maria Caroline Matheus, juntamente com alguns vereadores e secretários municipais, deu início às doações para as famílias.

O prefeito destacou que é uma ação importante para auxiliar essas famílias nesse momento difícil. “Queremos parabenizar o governador Mauro Mendes, a primeira dama Virgìnia que organizou a arrecadação das cestas e distribuiu para os 141 municípios do estado. Quero parabenizar também a nossa equipe da assistência social, em nome da primeira dama Carol, que fez o levantamento rapidamente para poder fazer essas entregas o mais rápido possível”, detalhou.

O prefeito destacou a agilidade e dedicação das equipes do CREAS e CRAS, que fazem um excelente trabalho na assistência social. “Nossos servidores estão de parabéns”, enalteceu.

Somadas às cestas entregues pela secretaria de Educação para os pais dos alunos da rede municipal, chega a quase mil o número de cestas doadas para a população de Colíder.

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A presidente da Câmara, Flavia Rodrigues Ramiro também acompanhou as doações e parabenizou a gestão municipal por esta ação. “A Câmara Municipal é parceira da prefeitura no que for de bom para Colíder e em prol à comunidade”, afirmou.

A vereadora Maria Helena Cordeiro, destacou que essa doação fará a diferença na mesa de muitas famílias que passam por momentos difíceis. “A solidariedade é muito importante neste momento que estamos vivendo. Com certeza estas cestas básicas vão auxiliar bastante as famílias necessitadas”, pontuou.

Fonte: Nortão Online

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Autor: Angela Fogaça

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Recuperada da Covid-19, tenente-coronel da PM de MT é homenageada pelo filho que a tem como fonte de inspiração

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O estudante Pedro Henrique Beserra de Oliveira, 13 anos, é só orgulho quando fala da mãe, a tenente-coronel da Polícia Militar  Hadassa Suzannah Beserra de Souza. Ele diz que prefere não falar da profissão da mãe com os amigos, especialmente com os quais se relaciona apenas em ambientes extrafamiliar.

Essa opção, explica Pedro Henrique, é mais por segurança mesmo. Entretanto, conta que já percebeu que passa a ser mais respeitado quando os colegas descobrem quem é sua mãe. Quando a veem de farda, então, ficam surpresos e até receosos. Mas, ao contrário do que os colegas imaginam antes de conhecê-la, Pedro Henrique garante que sua mãe é muito legal e, como ele a define, bem tranquila. “Não é nada brava, é mais tranquila que muitas mães de amigos meus que não são policiais”, atesta.

Tímido, Pedro Henrique é de pouca conversa. Mesmo acanhado durante a entrevista, admitiu que não descarta seguir a carreira da mãe. “Não sei ao certo ainda qual profissão escolher, mas pode ser policial militar, sim”, observa.

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Além de orgulhoso, o adolescente está muito feliz com a recuperação da saúde da mãe. É que a tenente-coronel Hadassa foi diagnosticada com a Covid-19, teve 50% dos pulmões comprometidos pela infecção e passou mais de 10 dias internada em Unidade de Terapia Intensiva(UTI), em Cuiabá.

Aos 37 anos, atleta e com uma saúde que poderia se dizer perfeita, há alguns meses ela se viu à beira da morte. Já está recuperada e voltou ao trabalho, porém ainda trata sequelas cardíacas decorrentes da Covid.

Hadassa conta que enquanto estava internada pensava especialmente no filho. E, diz, ao mesmo tempo em que temia a morte, deixar Pedro Henrique sem mãe, fazia suas orações e agradecia a Deus pelo amor e a saúde do filho e dos pais, Carlos Alberto de Souza Silva, 69, e Giselda Beserra de Souza, 61.

Um mês antes de Hadassa ser internada, os pais dela tiveram Covid. Eles se recuperaram sem a necessidade de internação hospital. A principal preocupação dela era a mãe, que está em tratamento de um câncer, mas dona Giselda surpreendeu a todos apresentando sintomas leves da Covid-19.

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“Essa pandemia está causando muita dor e sofrimento às famílias. No caso das mães, penso que nenhuma deveria passar pela dor de perder um filho, não é a ordem natural da vida”, avalia Hadassa.

Sobre o filho, a mãe orgulha diz que o apoiará na profissão que ele escolher. Mas, antes que ele escolha, juntos estão conhecendo e discutindo outras carreiras.

Hadassa se recorda que quando decidiu que faria o concurso para oficial da Polícia Militar isso, sim, foi surpresa em sua casa. Carlos Alberto e dona Giselda não esconderam o temor e as preocupações, mas ao final também a apoiaram a filha. “Hoje sei que eles se sentem orgulhosos”, completa.

Fonte: GOV MT

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