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Aumento na expectativa de vida do brasileiro após despencar durante a pandemia

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A expectativa de vida do brasileiro sofreu uma queda significativa nos últimos anos devido ao aumento da mortalidade durante a pandemia. Segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade 2022, divulgadas pelo IBGE, a esperança de vida ao nascer passou de 76,2 anos em 2019 para 74,8 anos em 2020, atingindo o mínimo de 72,8 anos em 2021. Em 2022, houve uma recuperação parcial, chegando a 75,5 anos. No ano de 2021, a expectativa de vida no país teve uma redução de 3,4 anos, sendo 3,6 para os homens e 3,2 para as mulheres em comparação com 2019. As projeções em 2022 indicavam 77,2 anos ao nascer, porém o valor real foi 1,7 ano menor do que o esperado. O envelhecimento da população já vinha impactando no aumento dos registros de óbitos no Brasil. Em 2020, o número absoluto de óbitos registrados foi de 1,556 milhão, aumentando para 1,832 milhão em 2021 e reduzindo para 1,542 milhão em 2022. A taxa de mortalidade infantil em 2022 foi de 12,9 óbitos a cada mil nascidos vivos. Apesar da Covid-19 ter causado mais mortes entre os idosos, a expectativa de vida foi afetada em todas as faixas etárias, incluindo a taxa de mortalidade infantil.

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Etanol registra queda nos postos e volta a ficar abaixo de R$ 4,40

O preço do etanol começou a registrar queda mais consistente nos postos de combustíveis de Cuiabá. Nesta sexta-feira (8), o litro do biocombustível foi encontrado a R$ 4,37 na capital, valor mais baixo registrado ao longo de 2026 até o momento.

A redução representa uma queda superior a R$ 0,40 em comparação ao pico observado em fevereiro, quando o combustível chegou a ser vendido a R$ 4,79. Apenas nas últimas semanas, o recuo acumulado já ultrapassa R$ 0,25 por litro.

Apesar da queda no etanol, os demais combustíveis seguem com preços mais estáveis em Cuiabá. A gasolina comum continua sendo comercializada na faixa de R$ 6,77, sem grandes variações recentes. Já o diesel S10 gira em torno de R$ 6,97 por litro.

De acordo com a última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente ao período entre 26 de abril e 2 de maio, o preço médio do etanol na capital era de R$ 4,55. No mesmo levantamento, a gasolina comum aparecia com média de R$ 6,69 e o diesel S10 em R$ 7,23.

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Os valores atuais ainda não constam oficialmente nas estatísticas da ANP, já que o novo levantamento será consolidado nos próximos dias. Mesmo assim, a movimentação nos postos indica que o mercado já trabalha com preços abaixo das médias registradas recentemente.

A tendência de queda no etanol vem sendo observada desde abril, após um período de alta e estabilidade nos combustíveis. O recuo é atribuído, principalmente, ao aumento da oferta nacional com o avanço da safra de cana-de-açúcar 2026/27.

Com maior disponibilidade do produto no mercado interno, usinas e distribuidoras passaram a intensificar as vendas, o que pressionou os preços para baixo. Além disso, parte do setor sucroenergético tem direcionado mais produção para o etanol, diante de um cenário menos favorável para o açúcar no mercado internacional.

Projeções do setor indicam que a produção nacional de etanol, somando cana e milho, pode ultrapassar 43 bilhões de litros nesta safra, reforçando a expectativa de manutenção da oferta elevada nos próximos meses.

Mesmo com a queda recente, especialistas avaliam que ainda pode haver novos recuos no preço do combustível, dependendo do ritmo de produção e das condições climáticas para a colheita.

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Outro ponto que influencia o mercado é a competitividade do etanol em relação à gasolina. Em Cuiabá, o biocombustível segue dentro da faixa considerada vantajosa para veículos flex, mantendo-se como alternativa econômica para parte dos consumidores.

Enquanto isso, a gasolina continua com pouca variação, impactada principalmente pelas oscilações do petróleo no mercado internacional e pela política de preços das refinarias. Já o diesel apresenta estabilidade após reajustes registrados no início do ano, com leve acomodação nos valores recentes.

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