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MT tem a maior frota de aviões agrícolas do país

Mato Grosso é o primeiro no ranking brasileiro de aviões agrícolas do país, com 22,5% da frota nacional, o que significa 494 aeronaves. O estado também é campeão em empresas aeroagrícolas, com 31 empreendimentos do tipo. Os dados são do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag).

Em Mato Grosso, o número de operadores privados também aparece em primeiro lugar, ou seja em aeronaves que não fazem parte da frota de empresas, com 233 aviões. No ano passado, a frota mato-grossense recebeu mais 30 aeronaves, o que também foi destaque em relação aos outros estados.

No ranking nacional de número de aviões agrícolas, atrás de Mato Grosso vem o Rio Grande do Sul, com 427 aeronaves, seguido por São Paulo, que possui 317 aviões para este fim.

Segundo o levantamento, o Brasil teve um aumento de 3,74% em aeronaves agrícolas em 2018, chegando a 2.194 aviões no país para esse tipo de atividade. O país é a segunda maior força aérea agrícola do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos da América, que possuem 3,6 mil aeronaves.

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A frota de aeronaves agrícolas no país é de 2.182 aviões e 12 helicópteros, sendo que 66,59% são de empresas, 32,32% são de operadores privados e o restante é de propriedade de governos, autarquias federais ou estaduais, além de protótipos e aeronaves de instrução.

FolhaMax

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Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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