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Agro Notícias

Maio terá mais de 300 cursos gratuitos para o público rural em SC

A lista de capacitações gratuitas oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), para o mês de maio já está disponível ao público do campo. Serão mais de 300 cursos realizados em parceria com os Sindicatos Rurais. A programação pode ser acessada no www.senar.com.br, com especificação de carga horária, local e data.

As qualificações fazem parte dos programas de Formação Profissional Rural (FPR) e da Promoção Social (PS), realizadas mensalmente em todas as regiões do Estado. Serão beneficiados produtores e trabalhadores rurais que buscam aprimorar o conhecimento para aumentar a produtividade e promover inovações nas propriedades.

A programação do mês de maio inclui cursos como: inclusão digital rural – informática básica; derivados de leite; inseminação artificial em bovinos; artesanato de crochê e tricô; beneficiamento e conservação de pescado; emissão de nota fiscal eletrônica do produtor rural; processamento de carne ovina; soldador – arco elétrico com eletrodo revestido; fruticultura – controle fitossanitário; entre outros.

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O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, ressalta que a entidade segue firme no compromisso de oferecer capacitação gratuita e de qualidade à população rural. “Oferecemos cursos em várias áreas e percebemos expressivos resultados no aumento da produtividade no dia a dia no campo, na melhoria da qualidade de vida e da renda dos produtores”.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, enfatiza a satisfação em contribuir com o desenvolvimento das propriedades, das famílias e toda a cadeia produtiva com cursos que acompanham as inovações do mercado. Segundo ele, toda a programação atende as demandas levantadas pelos Sindicatos Rurais, cooperativas e parceiros do setor de cada região.

Interessados devem procurar o Sindicato Rural do seu município para inscrições. Confira programação completa: http://www2.senar.com.br/Evento.

Fonte: CNA Brasil

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Agro Notícias

Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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