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Aprosoja-MT realiza Seminário Carbono na Agricultura


Sustentabilidade

Aprosoja-MT realiza Seminário Carbono na Agricultura

Na próxima terça-feira (05.04) às 8h, no auditório da entidade

29/03/2022

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) realiza na próxima terça-feira (05.04) às 8h, no auditório da entidade, o Seminário Carbono na Agricultura. O evento tem como objetivo apresentar ao produtor rural, sociedade e a imprensa um estudo de estimativa de mercado de carbono na agricultura e como transformá-lo em um “novo modelo” sustentável de negócio.

Na oportunidade serão apresentados dados que mostram que a produção de soja e milho é capaz de viabilizar o sequestro de carbono e promover o equilíbrio climático global.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO), os solos agrícolas estão entre os maiores reservatórios de carbono do planeta e têm potencial para o sequestro expandido de carbono (SC), e assim fornecem uma maneira prospectiva de mitigar a crescente concentração atmosférica de CO2. Estima-se que os solos possam sequestrar cerca de 20 Pg C em 25 anos, mais de 10 % das emissões antropogênicas.

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O evento contará com palestrantes renomados, são eles:

Rodrigo Lima – Cenário Mundial e Nacional sobre Mercado de Carbono

Samanta Pineda – Legislação pertinente do Mercado de Carbono

Eduardo Cerri – Estudo de Carbono na produção de soja em MT

Ederson Zanette – Mercado de Carbono para o produtor rural

Marlene Lima – Plataforma de Serviços Ambientais – Carbono

Serviço:

O que? Seminário Carbono na Agricultura

Quando? 5 de abril de 2022

Horário? 8h

Onde? Auditório da Aprosoja-MT – Rua Engenheiro Edgard Prado Arze, n°1.777 – Edifício Cloves Vettorato, CPA

Contatos:

Gerência de Comunicação Aprosoja-MT

Ana Sampaio – Gerente

Augusto Camacho – Analista

Rosangela Milles – Analista

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Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agro Notícias

Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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