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Acidente

Batida entre carretas deixa dois motoristas mortos na BR-364

Dois motoristas morreram em um grave acidente envolvendo carretas no km 470 da BR-364, entre os municípios de Várzea Grande e Acorizal, nessa segunda-feira (9).

As vítimas foram identificadas como Ataide Lorian, de 47 anos, e André Ramos Magalhães, de 45 anos. Eles conduziam duas carretas que colidiram frontalmente. Com o impacto da batida, os veículos tombaram e houve derramamento de carga na pista, possivelmente de soja.

De acordo com a Nova Rota do Oeste, concessionária responsável pelo trecho, em decorrência do primeiro acidente, outras duas carretas acabaram se envolvendo em uma segunda colisão no mesmo local. Os veículos teriam batido na traseira um do outro ao tentarem desviar da ocorrência inicial. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos nem derramamento de carga nesse segundo acidente.

Equipes de resgate e da concessionária foram acionadas para atender a ocorrência, controlar o tráfego e realizar a limpeza da pista. As causas e a dinâmica do acidente serão investigadas pela Polícia Civil.

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Acidente

Novas imagens mostram colapso da ponte JK e momento em que veículos despencam no rio

Novas imagens divulgadas nas redes sociais revelam ângulos inéditos do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek (JK), que ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Os vídeos mostram o momento exato em que caminhões e uma motocicleta são arremessados ao rio após o colapso da estrutura.

As gravações indicam que o fluxo de veículos seguia normalmente até que o vão central começou a ceder. Em poucos segundos, parte da ponte desaba, arrastando veículos para o fundo do Rio Tocantins.

O acidente ocorreu na tarde de 22 de dezembro de 2024 e resultou em 14 mortes, além de três pessoas desaparecidas e um ferido. A estrutura, construída em 1960, já era alvo de críticas recorrentes por falta de manutenção.

Laudo da Polícia Federal apontou que o desabamento foi provocado pela deformação do vão central, agravada pelo excesso de peso dos veículos. No momento da queda, trafegavam pela ponte caminhões com cargas pesadas, incluindo produtos químicos, o que ampliou o impacto da tragédia.

Antes do colapso, moradores da região já alertavam autoridades sobre as condições da ponte. O desabamento, inclusive, ocorreu enquanto um vereador registrava imagens para denunciar os problemas estruturais.

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A advogada Melissa Fachinello, que representa empresas e pescadores afetados, criticou a demora nas indenizações e classificou o caso como uma tragédia evitável. Segundo ela, faltaram medidas de manutenção, fiscalização e responsabilidade por parte do poder público.

Em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que as indenizações estão sendo tratadas na Justiça e que há discussões em andamento para acordos e mutirões que possam acelerar as compensações às vítimas.

Após o colapso, o que restou da ponte foi implodido em fevereiro de 2025. A nova estrutura foi construída no mesmo local e inaugurada exatamente um ano após a tragédia.

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