Agro Notícias
Inteligência artificial garante maior eficiência das máquinas agrícolas

A Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, incorpora a inteligência artificial em seu portfólio de máquinas para transformar a produção no campo. As tecnologias estão presentes em todas as etapas da operação: do plantio à colheita e, ainda, reforçam o compromisso da marca com inovação, eficiência e sustentabilidade. As soluções atendem desde pequenas propriedades até grandes operações agrícolas.
“Temos trabalhado para tornar as tecnologias cada vez mais intuitivas e fáceis de operar, garantindo que produtores de todos os perfis e cultivos possam tirar o máximo proveito das inovações, otimizando as operações e reduzindo custos”, explica Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produto da Massey Ferguson.
Entre os destaques, os tratores Massey Ferguson contam com a interação entre o controlador de bordo, o piloto automático MF Guide, a transmissão e o motor. Esse conjunto de tecnologias permite que os tratores operem de forma mais eficiente, reduzindo o desgaste dos equipamentos e o consumo de combustível. A transmissão Dyna-7, presente na série de tratores MF 8S, exemplifica essa inovação. Com um total de 28 velocidades à frente e 28 à ré, distribuídas em quatro grupos e sete marchas ininterruptas, garante um desempenho otimizado.
O trator MF 8S possui a telemetria Massey Ferguson Connect que permite o monitoramento remoto da máquina, possibilitando ajustes em tempo real para maior performance e produtividade. Já a transmissão Dyna-VT, CVT se autoajusta com a rotação do motor para atingir a velocidade desejada, oferecendo melhor performance conforme as condições do solo e do terreno.
Na etapa de plantio, o paralelismo ideal entre as linhas evita sobreposições ou falhas na distribuição das sementes. O sistema de gerenciamento de frota monitora o desempenho da máquina em tempo real e envia dados para uma central de acompanhamento. Esse monitoramento permite identificar necessidades de manutenção com antecedência, evitando paradas inesperadas. No controle de insumos, o sistema de fertilizantes da Massey Ferguson opera com o vApply Granular, uma tecnologia Precision Planting® que realiza o gerenciamento preciso do adubo em duas seções, reduzindo em até 50% o desperdício de fertilizantes.
Nos pulverizadores, a tecnologia atua no controle e automação dos processos. O modelo MF 500R, por exemplo, possui estação meteorológica integrada ao controlador MF Guide, que coleta e analisa dados climáticos em tempo real, fornecendo ao operador informações sobre as condições ideais para a aplicação de defensivos. Essa integração reduz desperdícios, aumenta a eficiência operacional e promove práticas mais sustentáveis. Os controles de altura de barras automáticos e o sistema hidráulico trabalham em conjunto, mesmo sem intervenção do operador, para garantir melhor cobertura e qualidade na aplicação.

O exclusivo sistema LiquidLogic® da Massey proporciona automação avançada, realizando processos como pré-mistura, recirculação de produtos e controle de aplicação de forma automatizada, aumentando a precisão e reduzindo o desperdício de insumos. Outra inovação é o controle automático do tamanho de gotas OptiPulse®, individual em cada ponta de pulverização, o que diminui as chances de perdas por deriva e reduz o impacto ambiental.
As colheitadeiras da marca também se beneficiam da tecnologia. Podendo estar equipadas com piloto automático, otimizam a colheita e reduzem perdas de grãos. Sensores ajustam automaticamente a altura da plataforma, assegurando um corte uniforme e eficiente. O monitor de produtividade MF ProSense coleta dados em tempo real, permitindo a tomada de decisão imediata e fornecendo informações úteis para o planejamento da próxima safra. A integração entre análise de solo e mapeamento de produtividade possibilita identificar áreas que demandam mais fertilização ou correções, otimizando recursos e maximizando o potencial produtivo.
A Massey Ferguson também oferece soluções tecnológicas voltadas para a produção de feno. As enfardadoras MF 4160V contam com controladores inteligentes para regulagem da altura de corte, abertura e fechamento da comporta e definição do tamanho dos fardos. Modelos com câmera variável ajustam automaticamente esses parâmetros via monitor e controlador, garantindo fardos mais uniformes e otimizando o armazenamento e o transporte.
“A agricultura de precisão já está acessível para todos os tamanhos de propriedade. Pequenos, médios e grandes agricultores podem implementar o piloto automático, telemetria e controle de aplicação em suas máquinas, obtendo ganhos significativos em produtividade e economia”, complementa Zanetti.
Sobre a Massey Ferguson
A Massey Ferguson, marca pertencente ao grupo AGCO, acumulou mais de 175 anos de experiência global na produção para a indústria agrícola. É a maior exportadora de máquinas agrícolas da América Latina e referência no mercado brasileiro há seis décadas. Os tratores, colheitadeiras, plantadeiras, implementos, pulverizadores, enfardadoras e produtos e serviços de agricultura de precisão Massey Ferguson são comercializados para mais de 80 países, principalmente África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bolívia, Chile e Paraguai. As fábricas na América do Sul ficam localizadas no Brasil – em Canoas/RS (tratores), Santa Rosa/RS (colheitadeiras), Ibirubá/RS (plantadeiras e implementos), Mogi das Cruzes/SP (tratores, motores, pulverizadores e laboratório de controle de emissões) e também na Argentina, General Rodriguez/BUE (tratores, colheitadeiras e motores). Possui uma extensa e estabelecida rede de concessionárias no Brasil, com mais de 200 lojas. Mais: www.masseyferguson.com.br
Sobre a AGCO
A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO entrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio diferenciado de marcas, incluindo as líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO possibilita aos agricultores alimentarem o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, na Geórgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente US$ 11,7 bilhões em 2024. Para mais informações, visite o site www.agcocorp.com.
Agro Notícias
Produtor rural de soja pede recuperação judicial após acumular dívida de R$ 4,4 milhões

O produtor de soja Francisco Airton Fernandes, de Campo Verde (a 134 km de Cuiabá), apresentou à Justiça de Mato Grosso um plano de recuperação judicial para reorganizar dívidas que somam R$ 4,4 milhões.
A recuperação judicial é um mecanismo utilizado por empresas e produtores em dificuldades financeiras para renegociar débitos com credores e evitar o encerramento das atividades. Durante o processo, o devedor pode obter proteção judicial contra cobranças e bloqueios patrimoniais enquanto tenta reorganizar a situação financeira.
Nos autos do processo, o produtor rural não detalhou especificamente quais fatores levaram à crise financeira, citando apenas argumentos relacionados à necessidade de superar dificuldades econômicas e manter a atividade produtiva.
Segundo o pedido apresentado à Justiça, o objetivo da recuperação judicial é permitir a renegociação das dívidas, reduzir encargos financeiros e garantir a continuidade das atividades no campo.
“Através do processo de Recuperação Judicial, negociar o passivo junto aos credores, reduzir o pagamento de juros abusivos, voltar a crescer, manter os empregos existentes e gerar novas vagas de trabalho”, consta em trecho do documento.
O produtor também alegou possuir viabilidade econômica e afirmou confiar na recuperação da saúde financeira da atividade rural.
O plano de recuperação judicial funciona como uma proposta formal de pagamento aos credores, podendo incluir parcelamentos, prazos diferenciados e descontos sobre os débitos. Caso não haja acordo entre as partes, a legislação prevê a realização de assembleia de credores para decidir os próximos passos do processo.
A maior parte das dívidas está concentrada em contratos com o Banco do Brasil, especialmente em operações com garantia real.
Entre os débitos listados no processo estão valores trabalhistas, créditos bancários e dívidas quirografárias, totalizando R$ 4.452.879,67.
Na classe trabalhista, os valores incluem débitos de R$ 1.518 e R$ 150 mil.
Já entre os créditos com garantia real, o Banco do Brasil aparece com contratos que ultrapassam R$ 1,6 milhão, além de outros financiamentos rurais e bancários.
O processo segue em tramitação no Poder Judiciário de Mato Grosso.
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