Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Com aval de Mauro, Fabio e Beto, União deve lançar Toninho à Prefeitura de Nova Brasilândia

A prefeita de Nova Brasilândia Marilza Augusta (União Brasil) já definiu apoio ao nome que deve entrar na disputa pela sua sucessão à frente do Executivo. Trata-se do ex-secretário de Infraestrutura Antônio Cardoso Domingos, o Toninho. A decisão foi levada ao diretório municipal do partido e já tem o aval de nomes da cúpula do partido como o governador Mauro Mendes, o secretário chefe da Casa Civil Fabio Garcia e o deputado estadual Beto Dois a Um.

O pré-candidato tem levado suas propostas para a discussão do grupo político que irá seguir com ele no pleito deste ano e garante que diálogo não faltará.

“Estou assumindo um dos maiores desafios da minha vida, atendendo a um convite do time do União Brasil, em especial do governador Mauro Mendes, do secretário chefe da Casa Civil Fabio Garcia e do deputado estadual Beto Dois a Um para construir minha pré-candidatura a prefeito em Nova Brasilândia, ao lado da minha amiga, a prefeita Marilza Augusta. E é justamente ao lado da prefeita que pude contribuir com essa cidade que eu tanto amo ao longo dos últimos 7 anos”, afirmou.

Leia Também:  Parceria contempla estrada Nanci, em Sinop, com R$ 30 milhões

Toninho ocupou o cargo de secretário de Infraestrutura e participou da gestão municipal nos últimos 7 anos, quando esteve à frente de várias obras importantes que colocou Nova Brasilândia no rumo do desenvolvimento, entre elas, entrada da cidade, construção do parque ecológico, perimetral para o tráfico de carretas, esteve presente nas articulações da pavimentação da MT-140. Ele ainda foi atuante na recuperação da malha asfáltica e incentivou ações importantes na agricultura familiar.

Marilza defendeu o nome de Toninho, que ainda deve passar por convenção para ser oficializado candidato.

“Acredito que Deus coloca em nosso caminho as pessoas certas para nos ajudar! E meu amigo Toninho é dessas pessoas que tive a alegria de poder contar durante os 7 anos que estou na gestão da nossa querida Nova Brasilândia. É por isso que eu confio nos propósitos do Pai para ele e rezo para que sua pré-candidatura à Prefeitura seja fortalecida nesses sentimentos de alegria, esperança é fé”, finalizou.

Fonte: Estadão Mato Grosso 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Bolsonaro vê 'circo armado' e diz que vai recorrer de decisão da Justiça sobre Adélio Bispo

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  “Não basta preservar, é preciso também reduzir desigualdades”, defende governador no Fórum da Amazônia

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA