Polícia
Criança de 9 anos desaparece após sair de casa para comprar marmita em Cuiabá
Um menino, de 9 anos, está desaparecido desde segunda-feira (15) depois de sair de casa para comprar marmita no Bairro Jardim Industriário 2, em Cuiabá. O menino é hiperativo e faz tratamento. Essa é a segunda vez que ele desaparece.
Segundo a Polícia Civil, a criança, identificada como Edson Felipe Costa Mota, 9 anos, vestia camiseta azul, short branco e chinelos, quando saiu para comprar uma marmita e não retornou mais.
O desaparecimento foi registrado no Núcleo de Pessoas Desaparecidas. Os policiais procuram pela criança desde então.
A mãe contou que o menino foi comprar a marmita a 5 casas de distância da onde moram.
Edson teria entrado em um ônibus coletivo com destino ao município de Santo Antônio do Leverger, a 35 km de Cuiabá.
Uma testemunha, que estaria no ônibus, informou que o menino reclamava estar perdido e que queria voltar para casa, contudo, não sabia informar o nome dos seus pais e nem o número de contato.
Quando o Conselho Tutelar foi chamado, a criança já teria pego outro ônibus retornando para a capital. As últimas informações são de o menino foi visto em um ônibus municipal sentido o Bairro Jardim Vitória.
Ao ser indagado por uma pessoa sobre os pais dele, o menino pulou a catraca e desceu na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA), próximo a um hospital no bairro Bosque da Saúde.
G1 MT
Polícia
Jovem chega morta à UPA com traumatismo craniano; marido relata queda da cama

Daniele dos Reis Silva chegou sem vida à UPA de Rondonópolis, e a Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte; casal tinha uma filha de seis meses
A morte de Daniele dos Reis Silva, de 22 anos, está sendo investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso após a jovem dar entrada sem vida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rondonópolis, na segunda-feira (29), com um grave traumatismo craniano. Segundo o marido, ela sofreu uma queda da cama dentro da residência onde morava, no Redisencial Altamirando 2.
Conforme o relato apresentado à polícia, Daniele foi socorrida pelo companheiro e por um vizinho. O marido afirmou que chegou a acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, diante da demora no atendimento, decidiu levá-la de carro até a UPA.
Ao chegar à unidade de saúde, a equipe médica constatou que a jovem já estava sem sinais vitais. A gravidade do traumatismo craniano e as dúvidas sobre a dinâmica do caso levaram ao acionamento da Polícia Militar.
A ocorrência passou a ser investigada pela Delegacia de Homicídios, com apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizou os primeiros levantamentos na residência onde a suposta queda aconteceu. O marido acompanhou os trabalhos periciais e apresentou sua versão dos fatos.
O Conselho Tutelar também foi acionado porque Daniele deixou uma filha de apenas seis meses. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou a causa da morte nem confirmou a dinâmica do ocorrido.
O caso segue sob investigação e aguarda os laudos periciais.






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