Mundo
Israel intensifica bombardeios no sul de Gaza, enquanto líderes mundiais pedem pausa no conflito
EUA e Rússia lideram os apelos internacionais por uma pausa nos combates para permitir a entrada de ajuda humanitária na região.

GAZA/JERUSALÉM (Reuters) – Os militares israelenses intensificaram seus bombardeios no sul de Gaza durante a noite, após um dos dias de ataques mais intensos desde o início do conflito com o grupo Hamas e em meio a apelos internacionais por uma pausa nos combates para permitir a entrada de ajuda no enclave e evitar muitas outras mortes.
Autoridades de saúde em Gaza disseram nesta quarta-feira (25) que dezenas de pessoas foram mortas na região mais ao sul, para onde centenas de milhares fugiram nos últimos dias. Os militares israelenses afirmam que o Hamas, que governa Gaza, se entrincheirou entre a população civil em todos os lugares.
Israel informou ainda que os ataques em Gaza nas últimas 24 horas eliminaram agentes do Hamas, incluindo o chefe do batalhão de Khan Younis, Tayseer Bebasher.
Segundo essas informações, foram atingido túneis, centros de comando, esconderijos de armas e posições de lançamento, bem como uma célula de mergulhadores do Hamas que tentavam entrar em Israel pelo mar perto do Kibbutz Zikim, acrescentaram os militares.
Os jatos israelenses também atingiram a infraestrutura do Exército sírio em resposta a foguetes lançados desde a Síria, um aliado do Irã, disseram os militares israelenses, alimentando as preocupações de que seu conflito com o Hamas incendeie a região de forma mais ampla.
A agência de notícias estatal da Síria informou que o ataque matou oito soldados e feriu outros sete perto da cidade de Deraa, no sudoeste do país.
Israel não acusou formalmente o Exército da Síria de disparar os dois foguetes, que acionaram sirenes de ataque aéreo nas Colinas de Golã, ocupadas por Israel, mas não deu detalhes sobre os supostos autores.
O Irã, que busca a ascendência regional há décadas e apoia grupos armados na Síria, no Líbano e em outros lugares, bem como o Hamas, advertiu Israel a interromper seu ataque a Gaza. O grupo libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, disse que mais quatro de seus combatentes foram mortos, aumentando o número de mortos em suas fileiras para 42 desde o início do conflito.
Pedidos de pausa humanitária
Os Estados Unidos e a Rússia estão liderando os apelos internacionais por uma pausa nos combates entre Israel e o Hamas para permitir a entrada de ajuda em Gaza, onde as condições de vida são precárias.
As entregas limitadas de alimentos, medicamentos e água do Egito foram reiniciadas no sábado por Rafah, a única passagem não controlada por Israel, que anunciou ter isolado definitivamente o enclave costeiro após o ataque do Hamas neste mês.
Washington quer pausas curtas para permitir a entrada de ajuda, enquanto a Rússia defende uma trégua mais ampla. Até o momento, Israel tem resistido a ambas, argumentando que o Hamas só tiraria vantagem disso e criaria novas ameaças aos civis.
Israel lançou os ataques em Gaza depois que militantes do Hamas atacaram cidades do sul de Israel em 7 de outubro, matando 1.400 pessoas, a maioria civis, e fazendo mais de 200 pessoas reféns.
Mundo
Casal é preso após tentar fazer sexo dentro de avião

Um casal foi preso nesse sábado (09) após tentar manter relações sexuais dentro de um avião durante um voo com destino à Argentina. O caso foi divulgado pelo jornal argentino La Nación.
Segundo a publicação, o homem, de 55 anos, e a mulher, de 60, foram flagrados seminus em seus assentos após denúncias feitas por outros passageiros da aeronave.
O voo da companhia aérea Copa Airlines vinha do Panamá e precisou realizar um pouso no aeroporto da cidade de Rosário após a situação ser comunicada ao comandante pelo chefe da cabine.
Ainda conforme o jornal argentino, a agência de aviação civil da Argentina não possui uma regulamentação específica para casos de prática sexual dentro de aeronaves. Mesmo assim, o Ministério Público foi acionado e o casal deverá responder criminalmente por atentado ao pudor.
Após o pouso, os dois foram levados para uma delegacia, onde passaram pelos procedimentos legais e administrativos relacionados ao caso.
As identidades dos envolvidos não foram divulgadas pelas autoridades argentinas.
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