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Mato Grosso

Comarca de Dom Aquino suspende atendimento presencial por dez dias a partir desta quarta-feira

A partir desta quarta-feira (08 de novembro) o atendimento ao público externo no Fórum de Dom Aquino (170 km de Cuiabá) está suspenso por dez dias. A decisão do juiz Pedro Flory Diniz Nogueira, diretor do Foro da Comarca está publicada na Portaria 9/2023-DF, desta terça-feira (07 de novembro). O documento estabelece também, o regime de tele trabalho para todos os servidores e estagiários.
 
A suspensão acontece para a manutenção predial preventiva. Os serviços consistem na troca do cabeamento estruturado, organização e manutenção da sala CPD, com o consequente desligamento do servidor físico da Comarca. O prazo previsto para a finalização dos serviços é de dez dias.
 
Não haverá suspensão ou interrupção de prazos processuais, uma vez que a suspenção presencial não trará impactos à acessibilidade dos sistemas PJE, SEEU, CIA e outros, nos quais tramitam todos os processos judiciais desta comarca.
 
ATENÇÃO – O comparecimento pessoal nas instalações do fórum das pessoas que devem se apresentar mensalmente ou justificar suas atividades e atualizar suas informações nas varas, nos casos em que o cidadão esteja em livramento condicional, em regime aberto, semiaberto, sursis, suspensão condicional do processo, submetido a cautelares diversas da prisão, ou seja, em todos os casos em que deva assinar, deverão ser feitos pelo WhatsApp (66) 3451.1224.
 
O Poder Judiciário também disponibiliza a ferramenta Office365, pela qual o (a) advogado(a) pode agendar atendimentos com o magistrado da Comarca, por meio de videoconferência:
 
 
O atendimento às partes, advogados, membros do Ministério Público e Defensoria Pública será realizado prioritariamente:
 
GABINETE DA VARA ÚNICA
 
 
WhatsApp: (66) 3451 1435
 
SECRETARIA DA VARA ÚNICA
 
WhatsApp: (66) 3451 1435
 
DIRETORIA DO FÓRUM E CENTRAL DE MANDADOS
 
 
 
CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO
 
 
BALCÃO VIRTUAL
 
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso

Mudança no Estatuto da AMM propõe mudanças sobre calendário eleitoral e representatividade dos prefeitos

A Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Lourenço Máximo, o Maninho, para esta terça-feira (4), promete colocar em discussão um dos temas mais relevantes da gestão da entidade: a possível alteração do Estatuto Social, incluindo mudanças nas regras do processo eleitoral da associação.

Além de deliberar sobre o projeto de reforma da sede da AMM, os prefeitos associados analisarão propostas de alteração dos artigos 14, 15, 25 e 39 do Estatuto. Embora o edital de convocação detalhe quais dispositivos serão modificados, o conteúdo das alterações será apresentado durante a assembleia.

O principal ponto de debate é a possibilidade de antecipação das eleições da diretoria da entidade para o segundo semestre deste ano.

Os argumentos favoráveis à mudança

Defensores da alteração avaliam que o Estatuto deve ser um instrumento flexível, capaz de se adaptar às necessidades institucionais da AMM e às demandas dos municípios.

Na avaliação de apoiadores da proposta, antecipar o processo eleitoral pode trazer previsibilidade administrativa, permitindo que a futura diretoria tenha mais tempo para organizar sua equipe, elaborar o planejamento estratégico e preparar a transição antes do início do mandato.

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Outro argumento é que o próprio Estatuto prevê que suas regras possam ser alteradas pela Assembleia Geral, considerada a instância máxima de deliberação da entidade. Nesse entendimento, qualquer mudança aprovada pela maioria dos prefeitos presentes refletirá uma decisão coletiva e democrática dos associados.

Há ainda quem sustente que discutir o calendário eleitoral não significa comprometer a legitimidade da futura gestão.

Para esse grupo, o mais importante é que todas as regras sejam debatidas, aprovadas em assembleia e aplicadas de forma transparente, independentemente da data escolhida para a eleição.

Também pesa o argumento da continuidade administrativa. Segundo defensores da proposta, uma eleição realizada com antecedência pode reduzir o período de indefinição política dentro da entidade, permitindo que a nova diretoria participe da preparação das principais pautas municipalistas para o ano seguinte.

As críticas à proposta

O ex-presidente da AMM e ex-prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin (MDB), manifestou preocupação com uma eventual alteração no calendário eleitoral.

Na avaliação de Bortolin, um eventual retorno ao modelo anterior poderia permitir que gestores em fim de mandato participassem da definição da direção da entidade para um período em que já não estarão mais à frente de seus municípios.

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Para os críticos, esse modelo reduziria a representatividade dos prefeitos que efetivamente exercerão seus mandatos durante a gestão da próxima diretoria da AMM.

Decisão caberá aos prefeitos

Independentemente das posições favoráveis ou contrárias, a decisão será tomada pelos próprios prefeitos associados durante a Assembleia Geral Extraordinária, órgão máximo de deliberação da entidade.

Caso as alterações estatutárias sejam aprovadas pelo quórum previsto no Estatuto Social, as novas regras passarão a orientar o funcionamento institucional da AMM, incluindo, eventualmente, o calendário das próximas eleições.

O debate evidencia duas visões distintas sobre a governança da associação. De um lado, há quem defenda maior flexibilidade para adequar o Estatuto às necessidades administrativas da entidade.

De outro, gestores sustentam que o modelo atual fortalece a legitimidade da representação municipalista ao assegurar que a diretoria seja escolhida pelos prefeitos que exercerão efetivamente seus mandatos.

A expectativa é que a assembleia esclareça o alcance das alterações propostas e permita que os prefeitos deliberem sobre o futuro da principal entidade representativa dos municípios de Mato Grosso.

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